Carisma e talento marcam a apresentação do Plutão Já Foi Planeta

Foto: Tarcísio Chagas / Rock On Board


Após uma breve introdução, o Plutão Já Foi Planeta começou sua apresentação no Highway Stage do Rock in Rio, cheios de energia, principalmente a vocalista Mari Garcia que não parava por um segundo. Se eu fosse citar uma banda que o som deles é parecido, eu citaria a banda carioca Pic-Nic. O mais puro indie rock com altas doses de pop.

Tocando em cima de um coreto que é chamado de Highway Stage, Plutão Já Foi Planeta tem um bom número de fãs que cantarolavam as melodias de fácil assimilação da banda.

A vocalista, recém saída de uma pneumonia, não parecia ter sido acometida de algo tão grave. Mari estava cantando super bem e se movimentando sem parar. Só o (indie) rock salva, meus amigos. Vamos de “Em Todo Canto” então!

A dobradinha “Viagem Perdida” e “Post It” são bem pegajosas e até quem não as conhecia, como é o meu caso, já estava cantando o refrão delas antes mesmo de chegar a sua metade. Indie pop muito gostoso de se escutar.


O show continuou com outra música muito boa e muito chiclete. “Me Leve” é uma das mais executadas nos streamings não é à toa, e terminaram sua breve apresentação com “O Ficar e o Ir Da Gente”, seu maior “hit”.

Ótima performance de uma banda que eu não conhecia. Erro meu, mas quero dizer a todos publicamente que o Plutão Já Foi Planeta acabou de ganhar um fã e aconselho a todos darem uma chance ao quinteto.

Mari Garcia é muito carismática, assim como o restante da banda, e se eles continuarem nessa toada, com certeza irei vê-los em palcos maiores aqui mesmo no Rock in Rio. Anotem.

Tarcísio Chagas

O sequestro aconteceu nos anos 80, sem aviso prévio. A vítima? Tarcísio Chagas. O álibi? Um tal de "As Aventuras Da Blitz". O crime perfeito. Mas foi só em 1984, com a compra do disco "Animalize" do KISS, que veio o batismo de fogo — e aí já era: alma entregue ao Rock para sempre. Hoje, Tarcísio transita com naturalidade entre a fúria do Hard Rock, a pegada do Metal, a alma do Soul e a levada do Reggae. Já teve suas palavras espalhadas por terrenos sagrados como Confere Rock, o site do Igor Miranda e Rock Vibrations — e por onde passa, deixa riffs e memórias.

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