quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Os 40 Melhores Discos de 2016

Foto: Melhores Discos de 2015
Confira a lista com os 40 melhores discos de 2016
Uma lista de melhores discos do ano existe para ser contestada, comemorada, repassada e - principalmente - discutida. Não existe lista incontestável, assim como não existem listas sem surpresas e obviedades. Entre gigantes do mainstream e anônimos da cena independente, a equipe do Rock On Board se designou a tratar o gênero sem distinções. Abaixo, separamos os 40 discos que ganharam destaque em nossa redação, separados apenas entre gringos e nacionais. Lembrando que a ordem dos fatores não altera o produto. Divirta-se.

Bruno Eduardo 



INTERNACIONAL


CAR SEAT HEADREST (Teens Of Denial)
Em seu primeiro disco por uma grande gravadora, a bacanérrima banda de Will Toledo consegue unir espírito underground e conceito mainstream de um jeito singular. Com uma pegada noventista de bandas como Pixies e Yo La Tengo, o Car Seat Headrest oferece guitarradas ("Fill in The Blank") e melodias esparsas ("Drunk Drivers/Killer Whales") na medida.
DAVID BOWIE (Blackstar)
Uma carta de despedida. Para quem já fez drum n’ bass, rock, pop, soul, música eletrônica, ambiente, minimalista e diversos experimentalismos, flertar com jazz foi mais uma linguagem que David Bowie usou do seu próprio modo - sem obviedades, lógico. Em seu estupendo disco derradeiro, o camaleão presenteou os fãs com um conjunto de canções que merecem ser apreciadas para sempre.
DEFTONES (Gore)
Em "Gore", o Deftones continua sua exploração sonora intuitiva, baseada principalmente nas melodias particulares de Chino Moreno e na parede maciça de guitarras (mais limpas que de costume) do talentoso Stephen Carpenter. O guitarrista acerta em cheio nas escolhas de texturas, como pode ser conferido nas palhetadas deleitosas de "Acid Hologram" e "Phantom Bride".
DESCENDENTS (Hypercaffium Spazzinate)
Não importa o quanto tentemos lutar contra, a verdade é uma só: o envelhecimento é inevitável e ninguém está imune a isso, nem mesmo o Descendents, espécie de Peter Pan do punk rock. Este disco marca o retorno triunfal de uma banda que desde 2004 não nos brindava com novos trabalhos, e que vai ficando muito melhor a medida que envelhece. Cinquentões mas sem perder o punch!
DINOSAUR JR. (Give a Glimpse of What Yer Not)
Com 30 anos de carreira, o Dinosaur Jr. pode se gabar de fazer o rock alternativo que influenciaria uma gama gigantesca de bandas vindouras. Inclusive todo o movimento grunge e tudo o que se fez de noise rock nos EUA e na Inglaterra. 'Give a Glimpse Of...' é disco mais bem acabado desde o retorno da banda. Além disso, eles comprovam que ainda possuem muita lenha para queimar.
DISCHARGE (End Of Days)
Bem melhor produzido, 'End Of Days' mantém a essência do Discharge: letras minimalistas, distorção no talo, músicas na velocidade da luz e vocais raivosos. Aqui, tudo se resume a uma pancada atrás da outra, sem tempo para respirar. Ouça "Acessories By Molotov - Part 2", "Looking At Pictures of Genocide" e a metálica "Population Control", e saia com os ouvidos sangrando. 
GARBAGE (Strange Little Birds)
'Strange Little Birds' mantém o vigor do grupo e ainda consegue ser tão urbano e sombrio quanto os primeiros discos, mas dessa vez sem soar experimental. Butch Vig, Steve Marker, Duke Erikson e a icônica Shirley Manson mostram composições maduras, e que misturam guitarras com distorção, groove e muitas texturas eletrônicas. Ouça "Empty", que entrega o jogo de cara.
GOJIRA (Magma)
No mundo do rock pesado, 'Magma' fica entre o vanguardismo de um Heritage e a potência thrash de um Lamb Of God. É em suma, um trabalho magnífico e que também atesta a maturidade artística e técnica do Gojira como banda. Deixando de lado os guturais e apostando mais nos vocais limpos, Duplantier brilha em canções como " The Shooting Star" e na faixa-título do disco. 
HELMET (Dead To The World)
Em seu melhor trabalho de estúdio nos últimos anos, o Helmet volta a mostrar toda aquela pressão sonora que transformou a banda num dos principais nomes do rock / metal alternativo. A magia do grupo pode ser encontrada facilmente nos riffs característicos de Hamilton, principalmente nas Sabbathicas "Red Scare" e "Die Alone". É para escutar do início ao fim.
IGGY POP (Post Pop Depression)
Este disco foi gravado em segredo no estúdio caseiro de Homme em Joshua Tree, numa sessão que durou apenas três semanas. Além de ser bastante divertido e orgânico, 'Post Pop Depression' consegue refletir muito bem a personalidade da dupla. Ao todo, são 10 canções que unem muito bem o carisma de Iggy Pop e as habilidades criativas do líder do QOTSA. 
KATATONIA (The Fall Of Hearts)
Definitivamente, 'The Fall Of Hearts' é o trabalho mais ambicioso, bonito e coeso desta banda sueca. Se peso não é essencialmente o que você busca na música e sabe valorizar uma canção bem construída, este disco é uma boa pedida. Aqui, o Katatonia conseguiu reproduzir um combinado de emoções e temas que tentam chegar ao coração e a alma do ouvinte mais sinestésico ou melancólico.
MELVINS (Basses Loaded)
O título do álbum veio da ideia do grupo em convidar baixistas que já passaram pelo grupo ou que têm alguma ligação com o Melvins para participar das gravações. A lista conta inclusive com o ex-baixista do Nirvana, Krist Novoselic. Também há bateristas convidados, inclusive o original do Melvins, Mike Dillard. Ao todo, 12 canções de rock sujo, caótico e arrastado.
METALLICA (Hardwired...To Self-Destruct)
'Hardwired… To Self-Destruct' tem o vigor e o pulso firme que os velhos fãs esperavam. No disco de metal mais aguardado do ano, Hetfield, Ulrich, Hammet e Trujillo provam que possuem o que é preciso para continuar sendo uma das maiores bandas de todos os tempos. Para melhorar, eles ainda lançaram um clipe para cada música do disco. Destaque para homenagem a Lemmy em "Murder One". 
NEW MODEL ARMY (Winter)
Após o bom 'Between Wine and Blood', eis que os rapazes de Bradford, mostram que os 36 anos de banda não os deixaram acomodados. Sem apelar para o jogo fácil da mesmice ou tornar-se um cover de si próprios, como é muito comum em bandas longevas, 'Winter' reúne referências antigas com visões futuristas. Ouça "Born Feral" e a neilyoungniana, "Beginning".
RIVAL SONS (Hollow Bones)
Em 'Hollow Bones', o Rival Sons volta a apostar em distorções fuzz, vocais influenciados pelo blues e sonoridade instrumental retrô. Bebendo cada vez mais nas fontes de Jimmy Page e Robert Plant, o grupo consegue oferecer canções de alto quilate, como o hard clássico "Tied Up", o blues rasgado da ótima "Fade Out" e ainda, de quebra, presenteia os ouvintes num cover de Humble Pie. 
SAVAGES (Adore Life)
Um dos principais expoentes do rock inglês volta com dez canções que refletem bem a proposta da banda. Mais maduros,eles voltam a atacar com o rock barulhento e cheio de guitarras sujas que conquistou fãs em vários festivais nos últimos anos, incluindo o Lollapalooza Brasil. As britânicas transpiram energia e sentimento num disco que reflete honestidade e espírito rock.
    

THE CULT (Hidden City)
Hidden City é um lembrete de que a banda é boa, é rock’n’roll e, o melhor de tudo, continua em ótima forma. O hard rock oitentista característico que fizeram em álbuns como 'Love' (1985) e 'Electric' (1987) conseguiu ser sabiamente atualizado para a sonoridade deste novo século, com timbres mais encorpados e baterias mais estrondosas, como nas ótimas "Hinterland" e "GOAT".
THE DILLINGER ESCAPE PLAN (Dissociation)
Em seu sexto disco, o The Dillinger Escape Plan traz de volta o metal progressivo que marcou a banda como uma das mais inventivas dos últimos tempos. A variedade de estilos que o grupo impõe de forma cerebral, aparece de forma violenta ("Limerent Death") ou na maciez de um hino pronto ("Symptom Of Terminal Illness"). Pena que a banda anunciou o fim das atividades após este disco.
THEE OH SEES (A Weird Exits)
John Dwyer reaparece com tudo neste novo, e ótimo disco do Thee Oh Sees. Após ter declarado que iria engavetar a banda, o maluquete voltou atrás de sua decisão e segue comprovando que é o mesmo o maior band leader do garage rock mundial. "Dead Man’s Gun", "Ticklish Warrior" e "Gelatinous Cube" são os melhores resultados que se poderia ter dessa genial banda.
WHITE LUNG (Paradise)
O quarto disco desta banda de Vancouver é certamente o ponto mais alto da carreira. Em 'Paradise', eles apresentam guitarras e batidas raivosas num conjunto de canções urgentes. Com uma direção mais melódica na questão vocal, os canadenses conseguem dialogar com um público mais pop também. Vá direto em "Dead Weight", "Kiss Me When I Bleed" e "Sister".
   


NACIONAL


AUTORAMAS (O Futuro dos Autoramas)
Curiosamente, este é o primeiro e último disco dos Autoramas com esta formação, que acabou se dissipando na turnê. Acompanhado por Érika Martins (ex-Penélope), Melvin e Fred Castro (ex-Raimundos), o incansável Gabriel Thomaz apresentou mais uma série de seu infalível cardápio regado a rock dos anos 60, New Wave e Jovem Guarda. Vale cada minuto de audição. 
CANTO CEGO (Valente)
Assim como o encarte do disco sugere, Valente é um conjunto de órgão vitais para a cena rock: há coração nas letras, cérebro nas resoluções melódicas e espírito no conjunto da obra. Para quem ainda teima em dizer que o rock anda claudicante apenas porque não aparece nos meios convencionais, este disco serve como um desmentido enfático. Coisa linda!
CATTARSE (Black Water)
Stoner rock da melhor qualidade. Essa é a maneira mais simples de resumir o segundo disco desta banda gaúcha. Com uma coesão surpreendente, 'Black Water' traz canções vigorosas, cheias de referências em bandas como Queens Of The Stone Age, Red Fang e todas aquelas beldades dos anos 70. As preferidas da casa: "Mr Grimm", "Meet Me In The Darkness" e "Black Water".
CLAUSTROFOBIA (Download Hatred)
A brutalidade do Claustrofobia está latente em 'Download Hatred', considerado por muitos como o disco mais pesado da banda. Produzido por Russ Russell (Napalm Death), o álbum conta ainda com as participações especiais de Moyses Kolesne, do Krisiun ("Generalized World Infection") e Andreas Kisser do Sepultura ("Curva). Resumindo: o melhor disco de metal do ano por uma banda nacional.
CLEMENTE (A Fantástica Banda Sem Nome)
O primeiro disco solo de Clamente (Plebe Rude e Inocentes) é coeso e constante. É rock, mas com sonoridades bem distintas do urgente punk que o tornou conhecido. Baladas, blues, pop, experimentalismo, num trabalho mais introspectivo, sem perder a ‘raiva’. Entre os destaques: a semi-balada “Corações Solitários” e uma nova versão para “As Verdades Doem”. 

DEFALLA (Monstro)
Foram necessários 14 anos para juntar os cacos, remendar os membros, trocar o sangue e dar uma recauchutada no visual. 'Monstro', consegue a incrível façanha de reunir todas as aberrações sonoras que fizeram parte da multifacetada carreira do Defalla, numa iguaria musical irrotulável, capaz de viajar nas ondas dos Mutantes e dançar nas pistas de James Brown com a mesma desenvoltura.   
DEVOTOS DNSA (Audio Generator)
Para quem possa não saber, o Devotos DNSA é capitaneado por Luiz Thunderbird, famoso ex-VJ da MTV. Com 30 anos de estrada, a banda chega em 2016 com este ótimo 'Audio Generator', que traz participações de Lee Marcucci (Rádio Táxi), Jajá Cardoso (Vivendo do Ócio), André Abujamra e vários outros convidados especiais. Ao todo, são 14 faixas permeadas pelo classic rock e rockabilly.
DIABLO ANGEL (Fuzzled Mind)
De Caruaru, a Diablo Angel é um trio formado por dois rapazes e uma menina que só querem fazer rock barulhento e juvenil. Em suma, 'Fuzzled Mind' é uma ode aos anos noventa, com muitas guitarras e transpiração nostálgica. É grunge, alternativo, noise e fuzz em alta escala e que seguem bem representados nas ótimas "Come Here Now", "Rebel" e "Chaos City".
DIABO VERDE (Veni, Vidi, Vici!)
O Diabo Verde acertou em cheio no contexto da obra, principalmente pela mensagem indiscutivelmente relevante nos dias de hoje. Mas vale ressaltar que 'Veni, Vidi, Vici!' é acima de tudo um disco tipicamente hardcore, que além de ser muito bem executado, é curto, direto e dá o seu recado em pouco mais de meia hora. Destaque para a participação de Badauí do CPM22, em "A Missão".
DRENNA (Desconectar)
Com vários grandes festivais no currículo, a Drenna comprova pela primeira vez no estúdio o porquê de ser considerada um dos principais expoentes da nova cena. Em 'Desconectar', o grupo carioca acerta na mensagem e brinda o ouvinte com rock feito na medida para arenas de todos os tamanhos. Tente resistir ao rock cheio de riffs e refrões chicletes das ótimas "Entorpecer" e "Anônimo".    
FIVE MINUTES TO GO (Ghost Down)
Oriundo da bacanérrima Camarones Orquestra Guitarrística, o Five Minutes To Go traz um conjunto de canções curtas, de no máximo dois minutos cada, com uma pegada totalmente influenciada pelo magnífico OFF!. Por ser um disco dinâmico, fica difícil destacar alguma faixa específica, já que uma parece complementar a outra. Vale a pena perder 12 minutos do seu dia para ouvir isso.
HOVER (Never Trust The Weather)
O Hover é uma das bandas de rock mais interessantes e criativas do país. Com uma sonoridade que busca muito mais as texturas no rock pesado do que propriamente o punch, 'Never Trust The Weather' remete aos melhores momentos de bandas como Deftones e Tool. Ouça as ótimas "Hawkeyes", "Teeth" e "My Name is Alaska", e saiba o que estamos tentando dizer. 
MACACO BONG (Macaco Bong)
O incansável Bruno Kayapy lidera o Macaco Bong em mais um sensacional disco. Após o ótimo 'Macumba Afrocimética', o MB resolveu voltar ao formato mais clássico, com guitarra, baixo e bateria, num disco que surpreende pela versatilidade e bom gosto na escolha das passagens. Destaque para a formosura instrumental de "Distraído Venceremos" e "Carne Loca".
NOVE ZERO NOVE (Blindado)
A Nove Zero Nove é uma das bandas mais atuantes da cena. Quem acompanha o corre dos caras, sabe que não falta engajamento, e muito menos honestidade na proposta. Com isso, 'Blindado' é um disco que representa o triunfo dos becos e esquinas de rock no Brasil. Em um país onde dizem que o rock morreu, este disco é um soco no estômago da hipocrisia e do oportunismo pessimista que nos assola.
PONTO NULO NO CÉU (Pintando Quadros do Invisível)
O que podemos dizer, é que em 'Pintando Quadros do Invisível', a sonoridade dos catarinenses remete mais às bandas do sul dos EUA, como a Nonpoint, por exemplo, do que propriamente ao metalcore de trabalhos anteriores. Músicas como 'Estado Surdo da Memóri' representa a sonoridade deste trabalho, que une peso sonoro e letras ácidas com críticas ao comodismo humano.  
ROYAL DOGS (Tattoo You)
A maranhense Royal Dogs já dividiu palco com nomes como Matanza, NxZero, Dance Of Days, Nação Zumbi e Sepultura. É certamente um dos principais nomes do rock nordestino. Neste disco lançado pela gravadora 'Monstro Discos', eles trazem um hard sujão, com belos riffs e o vocal destacado de Laila Razzo. "Violet Flame" e "Diss Track" são apenas alguns exemplos de um disco quentíssimo.
SIOUX 66 (Caos)
O Sioux 66 ganhou destaque recentemente por abrir shows para as bandas Aerosmith e Papa Roach. Tal credenciamento pode ser encontrado no excelente disco 'Caos', que traz um hard pesadão com letras críticas. Aqui você encontra riffs de metal ("Seu Destino"), hard tradicinal ("Caos) e influência do grunge ("Libertad") no melhor disco de hard lançado este ano no Brasil.
THE BAGGIOS (Brutown)
Há discos que precisamos escrever sobre. Há outros que sentimos a necessidade de gritar ao mundo sua existência - que toca o coração, alerta os ouvidos e arrepia a alma. 'Brutown' é desses de compartilhamento obrigatório. O crescimento sonoro do Baggios fica evidente no rock estiloso e cheio de metais, "Estigma", que conta com a participação de Emmily Barreto da Far From Alaska.
THE OUTS (Percipere)
Esse é o primeiro disco cheio desses garotos e que trazem também pela primeira vez, letras em português. Escalados para o Lollapalooza 2017, o grupo mostra em 'Percipere' a mesma proposta psicodélica (oriunda dos anos 60) que marcou os  seus primeiros EPs. Os destaques ficam para a beatleniana "Ainda Me Lembro" e o rock progressivista na melhor do disco, "Palavras Cruzadas". 
VISHI MARIA (Vishi Maria)
A goiana Vish Maria chega ao seu disco de estreia com uma mistura saudável e igualmente genial de rock psicodélico, progressivo e tropicalismo, que remete principalmente aos Mutantes, mas que lembra outros nomes mais contempâneos como Boogarins e Movéis Coloniais de Acaju. Ouça com urgência as excelentes "Vishi Maria", "Tutti Buona Gente" e "Tridmensional".

6 comentários:

  1. Opa! orgulho de nos nacionais ter bandas novas na lista!

    ResponderExcluir
  2. porra brother esse disco do Drenna é uma merda... vcs estão babando o ovo desses caras brother!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Carlos. Agradecemos a participação. Como dissemos acima, não há listas incontestáveis. Pelo contrário. Listas existem como motivação para conhecermos novos discos e novas listas, já que a música atinge cada pessoa de forma distinta. Que tal você deixar aqui suas sugestões de discos para que possamos conhecer e debater de forma saudável e inteligente? Grande abraço!

      Excluir
  3. Ola Aqui é o Milton Rock, obrigado Carlos por sua opinião sincera, sabemos que gosto é uma coisa bem individual, mas da mesma forma que aceitamos os elogios também aceitamos as criticas, pois sabemos que se só existem elogios alguma coisa esta errada, da mesma forma que se só existem criticas alguma coisa também esta errada. O importante e que o trabalho tenha relevância ao ponto de dar prazer as pessoas de comentarem positivamente ou causar ira , ao ponto de fazer vc dedicar seu tempo a vir aqui nos criticar . Obrigado, isso nos trás a certeza que estarmos no caminho certo. Um bom natal com muita luz e paz em seu coração . Grande abraço.

    ResponderExcluir
  4. Finalmente alguém falou algo sobre o ótimo disco do Helmet!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Isso mesmo Raul! Esse disco é muito bom mesmo!

      Excluir