ROCKONBOARD NEWS

Foto: Adriana Vieira
Carismática, Amy Lee comandou uma cantoria sem fim no Vivo Rio
O Evanescence comprovou na noite deste sábado que seu fã-clube continua inabalável no Rio de Janeiro. Com quase todos os setores esgotados, o Vivo Rio foi cercado desde cedo por fãs da banda, que se dividiam entre as famosas camisas pretas e meninas travestidas de "Amy Lee Cover". A cantora é certamente o maior símbolo do grupo. Além de estampar as capas dos dois principais discos, ela é também quem escolhe as cartas, distribui e faz o jogo valer cada centavo. 

Após o estouro de Fallen, lançado em 2003, o Evanescence comove uma multidão de seguidores no mundo inteiro. O impressionante é que o grupo lançou apenas três discos de inéditas desde então, o que comprova ainda mais a força do repertório, que se sustenta de forma impetuosa por uma hora e meia na cantoria dos fãs.
Foto: Adriana Vieira
O guitarrista Troy McLawhorn e Amy Lee em ação no Vivo Rio
Por conta do hiato de quatro anos, o último disco do Evanescence continua sendo o mesmo de suas duas últimas visitas ao Brasil. Mesmo sem o êxito comercial dos dois primeiros trabalhos da banda, o homônimo álbum comprova força no show desta noite ao ceder sete canções para o repertório, incluindo a ótima "What You Want", que rola logo no início da apresentação - seguida do sucesso "Going Under". À frente de um público fiel (na maioria meninas), Amy Lee, cheia de tecidos azuis, escancara na cantoria. A vocalista mostrou que o tempo longe do rock não foi capaz impactar seu punch como boa cantora de sempre. 

Além das certeiras "Call Me When You're Sober", "Lithium" e "The Other Side", há também algumas surpresas escondidas, como "Even In Death", que saiu recentemente numa coletânea de hits da banda, e "Take Cover", que estará provavelmente num próximo disco de inéditas. Já a nova guitarrista Jen Majura foi muito cortejada pelas fãs, mas assim como a maioria dos outros integrantes, possui uma performance de palco mais reservada.
Foto: Adriana Vieira
Amy Lee chama a galera para cantar junto o sucesso "Going Under"
O show dessa noite acabou sendo fundamental no aspecto cronológico da coisa. Ele acontece há exatos 10 anos da primeira vez no Rio, que aconteceu nesta mesma data, no Rio Centro - durante a turnê The Open Door Tour em 22 de abril de 2007. A banda mostra que envelhece bem e renova o seu público a cada passagem pelo país. Pois é, pode não parecer, mas o megahit, "Bring Me To Life", que acabou fechando a primeira parte desta apresentação, beira uma década e meia de vida. Na volta para o bis, a banda decidiu encerrar a noite da mesma forma que faz no primeiro disco, com a versão firme e pesada de "Whisper".

Representados mais uma vez pelo talento de Amy Lee, o Evanescence deixou o Rio de Janeiro com a manutenção de seu fã-clube, e constatou a força de um repertório que sobrevive a mais de uma década. O único problema ainda é a falta de seqüência do grupo, que precisa de menos hiatos e mais discos novos e turnês para compensar sua legião de fãs.
Foto: Francisco Cepeda
Jonathan Davis em ação durante o show em São Paulo
Por Eduardo Abreu

Parece até que foi ontem, mas o Korn já é uma banda veterana. São os últimos bastiões do nu metal, um subgênero que viveu dias de glória no fim dos anos 1990, gerando assombrosas vendagens de discos. O tempo foi cruel com o estilo e seus outros famosos representantes foram abandonados à irrelevância.

Com um disco novo embaixo do braço, o grupo desembarcou no Brasil com farto espaço nas editorias de entretenimento. E a razão não era 'The Serenity of Suffering', seu décimo-segundo álbum em 24 anos de carreira, mas um fato bastante inusitado: a presença de um moleque de 12 anos integrando sua tão conhecida e sólida formação. Aumentou ainda mais o frisson pelo fato do menino, Tye, ser filho de Rob Trujillo, baixista do Metallica e ex-Ozzy Osbourne e Suicidal Tendencies. A salada estava posta.

Crianças não combinam com bandas de rock. Ponto. Pior ainsa se a banda em questão segue uma vertente mais pesada, cantando sobre temas sombrios que muitas vezes envolvem maldades perpetradas contra crianças – não se trata de apologia, pelo contrário, mas esse fato sozinho já aumenta a estranheza.

Os fãs não deixaram de prestigiar o grupo por conta da ausência temporária de Reginald Arvizu. Três mil deles, ou mais, ocuparam a maior parte desse lugar estranho chamado Espaço das Américas, com seu salão amplo e teto direito baixo que parece perfeito para festas de formatura. 

Muitos aficionados pela banda seguem a moda ditada por eles, de tranças e dreadlocks nos cabelos, além dos indefectíveis agasalhos esportivos sempre bem largos. Não é exatamente o público de outros shows de rock pesado e surpreende que o nu metal, à essa altura, ainda tenha seus próprios e fieis adeptos.
Foto: Francisco Cepeda
Tye Trujillo de apenas 12 anos de idade roubou a cena no palco
A luz azulada e o som similar ao de uma sirene anunciaram o Korn. E a massa bramiu entusiasmada. Jonathan Davis, de saia estampada, seus comparsas Brian Shaffer e James Welch, de dreadlocks emaranhados, o talentosíssimo Ray Luzier nas baquetas e, à sua direita, sobre uma plataforma que atenuava a baixa estatura, o convidado Tye Trujillo. Todos os olhos nele e o menino, compenetrado, seguia à risca sua função, enquanto a banda executava “Right Now” e “Here to Stay”. Excursionando com o Korn, o tecladista convidado Davey Oberlin colaborava para deixar a experiência mais climática.

O repertório da noite teve canções pinçadas de pelo menos dez discos, sem grande favorecimento a uma fase sobre outra. A irresistível “Word Up”, que em estúdio exibe uma faceta mais pop do Korn, foi interpretada ao vivo de forma fria e desleixada, sequer tocada até o final. Sem dúvida, o ponto baixo da apresentação.

Tye Trujillo, por sua vez, pulverizava as suspeitas sobre a pouca idade e, surpreendentemente, misturava-se com naturalidade aos adultos. Com postura, boa técnica e metido numa camiseta da banda sueca Meshuggah, subia e descia da plataforma, às vezes entusiasmado em poder chacoalhar a cabeleira ao lado do guitarrista Brian “Head” Welch.
Foto: Francisco Cepeda
Brian "Head" Welch e o precoce Tye Trujillo no fundo
A iluminação deixava o palco quase sempre muito claro, e as guitarras, saturadas, com a famosa afinação baixa do nu metal, criavam um clima estranho; quase estéril. Tudo é parte da receita que fez a música do Korn resistir bravamente ao teste do tempo. São diversas faixas baseadas em riffs repetitivos e que criam pequenos mantras, estendidos até explodirem em algum refrão que manda tudo às favas. “Blind”, parte do repertório do show, é ótimo exemplo dessa fórmula que influenciou muita gente, de Sepultura a Linkin Park.

A apresentação teve ainda solo de bateria, Jonathan Davis causando com sua gaita de foles, um dueto de baixo e bateria para prestigiar o baixista mirim, muito aplaudido, e a poderosíssima “Make Me Bad”. “A.D.I.D.A.S”, dessa vez, ficou de fora.

O bis, previsível, trouxe os dois maiores êxitos comerciais do Korn. “Falling Away From Me”, com sua introdução misteriosa e atmosférica, é das melhores coisas que o grupo já produziu e gerou uma tremenda ovação assim que a banda retornou ao palco. 

Freak on a Leash”, por fim, fez todo mundo voltar a 1998, momento em que o Korn foi dos grupos mais populares do planeta, liderando a parada da Billboard e indicado a nove prêmios no Video Music Awards, da MTV. Funciona bem ainda hoje e também como uma pequena cápsula do tempo, que ajuda a explicar sobre os estertores da última boa década da música pop.
Foto: Divulgação
Amy Lee está de volta ao Brasil com o Evanescence
Após um hiato que durou cerca de quatro anos, o Evanescence desembarca mais uma vez no Brasil para shows em três cidades. Nesta quinta-feira (20) eles se apresentam em Brasília, e depois seguem para o Rio de Janeiro, onde tocam no sábado (22). São Paulo, no dia seguinte (23), é a última parada. 

Formado em 1995, o Evanescence lançou seu primeiro disco em 2003, o multi-platinado Fallen, que traz os sucessos "Bring Me To Life", "Going Under" e "My Immortal". O disco alcançou a incrível marca de 17 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro e foi indicado ao Grammy de álbum do ano. O segundo trabalho, The Open Door, também foi um fenômeno popular, vendendo aproximadamente 6 milhões de cópias e consolidando os sucessos "Call Me When You're Sober", "Lithium" e "Sweet Sacrifice". Já o último disco lançado pela banda foi em 2011 (homônimo), um pouco antes de vir ao Brasil para o Rock in Rio

Essa é a quarta vez que o Evanescence aparece por aqui. A primeira foi em 2007 e a última em 2012. E, apenas por curiosidade, o show do Rio de Janeiro de 2017 (22/04) acontecerá exatamente dez anos depois do primeiro show no Rio, 22/04/07. A grande novidade desta turnê é a entrada da guitarrista Jen Majura no lugar de Terry Balsamo.

Brasília (DF)
Data: Quinta, 20 de abril de 2017
Local: Net Live | HTN Trecho 2 2 5 A – Asa Norte
Vendas Online: Aqui a partir de 20 de dezembro
Ingressos: Pista R$90 (meia-entrada)/R$180 (inteira) | Pista Premium R$170 (meia-entrada)/R$240 (inteira) | Camarote R$250 (meia-entrada)/R$500 (inteira)
Compre AQUI seu ingresso

Rio de Janeiro (RJ)
Data: Sábado, 22 de abril de 2017
Local: Vivo Rio | Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Vendas Online: Aqui a partir de 20 de dezembro
Ingressos: Pista R$120 (meia-entrada)/R$240 (inteira) | Pista VIP R$190 (meia-entrada)/R$380 (inteira) | Balcão R$120 (meia-entrada)/R$240 (inteira) | Camarote A R$190 (meia-entrada)/R$380 (inteira) | Camarote B R$150 (meia-entrada)/R$300 (inteira) | Frisa R$140 (meia-entrada)/R$280 (inteira).
Compre AQUI seu ingresso

São Paulo (SP)
Data: Domingo, 23 de abril de 2017
Local: Espaço das Américas | R. Tagipuru, 795 – Barra Funda
Vendas Online: Aqui a partir de 20 de dezembro
Ingressos: Pista R$120 (meia-entrada)/R$240 (inteira) e Pista Premium R$190 (meia-entrada)/R$380 (inteira)
Compre AQUI seu ingresso
Foto: Divulgação
Blitz vai mostrar seu novo disco, 'Aventuras 2', e sucessos de toda carreira
De volta às origens. Festejando seus 35 anos de carreira e o lançamento do novo álbum ‘Aventuras 2’ (Deck), a Blitz sobe no palco sagrado do Circo Voador neste sábado (15) para gravar seu novo DVD. Vale lembrar que a banda nasceu no palco do próprio Circo Voador, na época que ele era hospedado praia do Arpoador, no início dos anos oitenta. Logo em seguida, eles gravaram o compacto ‘Você não soube me amar’, que é até hoje o maior sucesso do grupo. O compacto atingiu a marca incrível de um milhão de cópias vendidas - o que na época era um fato raro, pois a indústria fonográfica vivia um momento de crise. Por todo esse envolvimento histórico com a casa, a noite de sábado é ainda mais especial. Evandro Mesquita, que está na frente da banda desde a sua formação, falou um pouco sobre esse show no Circo.

A Blitz inaugurou o Circo Voador no Arpoador e também na Lapa. Por isso, eu posso dizer que esse show de gravação do nosso DVD será histórico. Também teremos vários convidados especiais na noite. - disse Evandro.

O novo disco, ‘Aventuras 2’,  também conta com várias participações especiais, entre elas: Paralamas do Sucesso, Frejat, Arnaldo Brandão, George Israel, Sandra de Sá, Zeca Pagodinho e Andreas Kisser. A formação atual da Blitz é Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal). A banda também é uma das atrações do Rock in Rio 2017 e se apresenta no dia 16 de setembro, no palco Sunset.

BLITZ NO CIRCO VOADOR
Data: 15 de abril de 2017, sábado
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
Abertura da casa: 22h
Classificação etária: 18 anos
Pista 1º lote: R$80 / R$40 (meia / promocional)
Venda online AQUI
Foto: Divulgação
Pessoal da Nasa acerta na mistura em seu primeiro disco
PESSOAL DA NASA
"Testamento"
Toca Discos; 2017
Por Bruno Eduardo


O disco de estreia do Pessoal da Nasa, banda carioca que tem pouco mais de cinco anos de estrada, é certamente uma das melhores formas de entender a nova "cena" roqueira que se espalha por aí - principalmente no mundo virtual. A total independência de distribuição artística provocada pela internet acabou transformando as bandas em criaturas tentaculares, onde a maioria delas prefere se definir como "sem definição" - tamanha é a vontade de atirar em todas as direções e agradar o mundo inteiro. O grande problema é que na maioria das vezes, elas erram todos os alvos. Felizmente, isso não acontece em "Testamento". 

Aqui, tudo é muito bem untado e sem excessos. A ânsia da banda em mostrar que tem fogo na lenha para queimar fica evidente, mas devidamente restrita a cada ocasião. Com isso, a banda acerta em cheio, principalmente porque mesmo não tendo o rock como uma bandeira levantada, ela entendeu que o rock é o ponto que une todas essas influências expelidas em sua arte. 

Além dessa consistência na proposta sonora, existem alguns lampejos que tornam a música do Pessoal da Nasa algo realmente diferenciado. O mais evidente é a capacidade de fazer letras realmente boas. Não são aquelas junções de estrofes clichês para soar desesperadamente pop ou descolado. Há inteligência, humor e contexto em todas as mensagens. "Boatos", que abre o trabalho, poderia ser um hit radiofônico fácil se tivéssemos rádios 'de verdade' ou se alguém realmente ligasse para isso. A canção demonstra essa força criativa do grupo, que numa bela sacada, coloca em pratos limpos a rivalidade Rio x São Paulo de forma leve e sagaz. A faixa seguinte, que dá nome ao disco, traz referências melódicas de uma Nação Zumbi e também segue essa mesma peça bem humorada e estruturada de melodias e estrofes certeiros: "Quando eu morrer, faça um favor ó meu amor / Quero que me cremem / Cinzas é melhor / Cemitério é ruim / Eu prefiro subir de uma vez". Só essa dobradinha inicial já vale o ingresso nesse universo estudado pela galera da Nasa, que faz do disco um verdadeiro laboratório - conseguindo quase sempre ótimos temperos para esse cardápio de difícil definição.

No entanto, o grande destaque de 'Testamento' está na forma que o grupo se mostra e se assume como uma banda de rock, mas que podem sim, interpretar diversas influências sem perder a pegada. Então, pode ser retrô ("Amigos e Fantasmas"), pode ser pop/psicodélico/brega ("Férias") e pode ser old school ("Topless") que tá tudo certo. Só não pode deixar de ser rock, porque é exatamente nele que a banda cresce e mostra que é sabida. Ouça "Saruel", "Londres" e principalmente, "Zinho", que é, sem sombra de dúvidas, a perfeita definição do que é o som do grupo. Então não perca tempo e cole rápido nesse disco, pois ele é certamente uma das boas opções de novas investidas do rock nacional em 2017.
Foto: Adriana Vieira / Rock On Board
Korn em sua última vez no Brasil, no Rock in rio 2015
O Korn volta ao Brasil nos próximos dias para apresentar seu novo disco, o ótimo The Serenity Of Suffering [leia a resenha do disco AQUI]. A banda se apresenta no dia 19 de abril em São Paulo (Espaço das Américas), Curitiba no dia 21 (Live Curitiba) e Porto Alegre no dia 23 (Pepsi On Stage). Para a surpresa dos fãs, a banda não vai contar com o baixista Fieldy, que teve imprevistos particulares. Só que para seu lugar, o Korn vai trazer o filho de Robert Trujillo do Metallica, Tye Trujillo, que tem apenas 12 anos de idade. O grupo se pronunciou nas redes sociais sobre o fato.

No dia 17 de abril, estamos indo para a América do Sul para shows na Colômbia, Brasil, Argentina, Chile e Peru. Devido a circunstâncias imprevistas, Fieldy não vai poder fazer os shows, então a banda terá um convidado especial. Ocupando a vaga no baixo estará Tye Trujillo, filho de 12 anos do Robert Trujillo, do Metallica, e membro do grupo The Helmets - disse em comunicado no Facebook da banda.
A última vez que o Korn veio ao Brasil foi para se apresentar no Rock in Rio [saiba como foi AQUI]. Formado nos anos noventa, o Korn é considerado um dos pioneiros do nu-metal. A banda alcançou o sucesso logo em seu álbum de estreia, homônimo, lançado em 1994, e já vendeu mais de 50 milhões de discos no mundo inteiro. Entre os trabalhos de maior destaque está o multi-platinado 'Follow The Leader' (de 1998), que traz os hits "Got The Life" e "Freak On A Leash". Ao todo, o grupo já gravou 12 discos de estúdio e está na estrada divulgando seu novo trabalho, que traz a faixa "A Different World" (que conta com a participação de Corey Taylor, vocalista do Slipknot). Recentemente, a banda divulgou uma versão cover para "We Care A Lot" do Faith No More. Confira abaixo o serviço completo das três apresentações no Brasil. 

SÃO PAULO
Data: 19 de abril, quarta-feira
Local: Espaço das Américas 
Endereço: Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda
Horário do show: 21h30
Abertura da casa: 19h30
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsável maior de idade.
Ingressos:
Pista Premium: R$480 / R$240 (meia)
Pista: R$280 / R$140 (meia)
Mezanino: R$500 / R$250 (meia)
Ingressos pela internet: www.ingressorapido.com.br

CURITIBA
Data: 21 de abril, sexta-feira
Local: Live Curitiba
Endereço: Rua Itajubá, 143
Horário do show: 22h00
Abertura da casa: 20h00
Classificação: 16 anos.
Ingressos (meia-entrada):
Pista Premium (Lote 1): R$290
Pista Premium (Lote 2): R$330
Pista Premium (Lote 3): R$360
Pista (Lote 1): R$150
Pista (Lote 2): R$180
Pista (Lote 3): R$200
Superior Premium (Lote 1): R$240
Superior Premium (Lote 2): R$270
Suite: R$300
Camarote Coletivo: R$300
Ingressos pela internet: www.diskingressos.com.br 

PORTO ALEGRE
Data: 23 de abril, domingo
Local: Pepsi On Stage
Endereço: Av. Severo Dullius, 1995
Horário do show: 20h00
Abertura da casa: 18h00
Classificação: 16 anos. 0 a 11 anos não entra. 12 a 15 anos entra acompanhado dos pais ou responsável.
Ingressos:
Pista Premium (Lote 1): R$360
Pista Premium (Lote 2): R$390
Pista (Lote 1): R$180
Pista (Lote 2): R$220
Pista (Lote 3): R$240
Pista (Lote 4): R$260
Mezanino (Lote 1): R$260
Mezanino (Lote 2): R$290
Ingressos pela internet: www.blueticket.com.br
Foto: Divulgação
U2 estará de volta ao palco do Morumbi esse ano
A notícia veio direto do departamento de marketing do São Paulo Futebol Clube. A assessoria do clube paulista confirmou que foi assinado na noite desta segunda-feira (10) o contrato para que o Estádio do Morumbi receba dois shows do U2 em outubro. Os shows vão acontecer nos dias 19 e 22 e marcará o retorno da banda irlandesa ao estádio após seis anos. Em abril de 2011, eles vieram com a turnê "U2 360°", quando a banda fez três shows no local. A capacidade de público, como valores de ingressos para essa nova turnê brasileira será definida de acordo com aspectos de segurança e montagem do palco. No entanto, ainda não se sabe se a banda vem com o show em comemoração aos 30 anos do lançamento do clássico The Joshua Tree ou se virá para divulgar seu próximo disco, Songs of Experience, que deve ser lançado ainda este ano. Recentemente o U2 anunciou uma sequência de shows comemorativos e vendeu mais de um milhão de ingressos em menos de 24 horas.
Foto: Divulgação
Bon Jovi está de volta ao Rock in Rio com novo disco
Na última quinta-feira (6 de abril) o Rock in Rio começou a venda oficial de ingressos para o festival. Em pouco menos de duas horas, três datas já estavam esgotadas. A primeira foi o dia 16, que tem o Maroon 5 como atração prinicipal da noite. A carga de ingressos para esse dia acabou em apenas 55 minutos de venda. Cinco minutos depois foi a vez do dia 24 (Red Hot Chili Peppers e The Offspring) ter seus ingressos esgotados. Como não poderia ser diferente, a noite histórica que terá a primeira vez de The Who no Brasil e ainda Guns N' Roses também está esgotada. Agora foi a vez do dia 22, que terá Bon Jovi, Tears For Fears e Alter Bridge no Palco Mundo. A venda continua normalmente para os outros dias. Agora só três dias podem ser adquiridos: dia 15 (Lady Gaga), 17 (Justin Timberlake) e 21 (Aerosmith). 

O evento, que será realizado nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro, na Cidade do Rock do Rio de Janeiro, tem capacidade para 85 mil pessoas por dia. A entrada para o Rock in Rio permite acesso a todas as áreas comuns do parque e atrações da Cidade do Rock. A venda de ingressos está sendo feita pelo site oficial do festival AQUI, e o valor da entrada é R$455 (inteira) e R$ 227,50 (meia). Cada cliente poderá comprar quatro ingressos por dia do festival, por CPF, limitado a uma meia-entrada por dia. O pagamento pode ser feito através de boleto bancário e cartão de crédito, este com possibilidade de parcelamento em até 6x sem juros. Clientes que pagarem com cartões de crédito Itaú e Itaucard têm direito ao desconto de 15% no ingresso (não cumulativo com a meia-entrada) e parcelamento em até 8x sem juros.

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The Maine falou com exclusividade sobre 'Love Little Lonely'
Por Bruno Eduardo

O sexto disco de estúdio do The Maine já está disponível em todas as plataformas digitais. No Brasil, 'Lovely Little Lonely' será lançado pela ForMusic. Formada em 2007 por John O'Callaghan, Pat Kirch, Jared Monaco, Garrett Nickelsen e Kennedy Brock, o The Maine é uma das bandas da nova geração que mais despertam paixão no Brasil. A sintonia com os fãs brasileiros é tão grande que o país já se tornou destino certo nas turnês. Para mostrar o novo disco, eles já agendaram sete datas em julho. A "Lovely Little Lonely 2017" vai passar pelas cidades de São Paulo no dia 15 de julho (Tropical Butantã), Limeira no dia 16 de julho (Bar da Montanha), Porto Alegre no dia 18 de julho (Teatro CIEE), Curitiba no dia 19 de julho (Local a confirmar), Brasília no dia 21 de julho (Atomic Music Festival), Belo Horizonte no dia 22 de julho (Teatro Bradesco) e Rio de Janeiro no dia 23 de julho (Circo Voador). Conversamos por telefone com o guitarrista Kennedy Brock, que contou para gente como foi o processo de gravação e composição do novo disco. Neste bate-papo, ele também falou sobre a relação com os fãs brasileiros e se disse ansioso por poder voltar outra vez. Confira abaixo a entrevista exclusiva com o guitarrista.

Oi Kennedy, como você está?

Oi Bruno, estou bem e você?

Na última vez que vocês vieram ao Brasil, nós conversamos aqui por telefone. Você lembra?

Oh, sim. Eu lembro. Estou feliz de falar com você de novo e muito animado por estar voltando ao Brasil.

Fale um pouco sobre o processo de gravação de "Lovely Little Lonely".

Bem, nós gravamos de uma maneira um pouco diferente dessa vez. Ou pelo menos no processo de escrita. Nós fizemos um pouco menos de jam sessions, de ficar tocando e tocando em um quarto até sair algo. Fizemos um pouco mais de... criar as músicas naturalmente, entende? Gravando coisas no computador, sabe? Isso nos levou a um processo de escrita ligeiramente diferente, que é algo que gostamos de tentar fazer, nos mantermos, você sabe... Fazendo algo novo, que nunca fizemos antes, e com isso eu acho que nós fomos capazes de criar um ambiente diferente. Acho que foi uma evolução para nós. 

Em que sentido?

Então... 'American Candy' foi como um rejuvenescimento para nós, enquanto 'Lovely Little Lonely' é como se nós fossemos direto ao ponto. Eu acho que todo o processo foi para criar algo que as pessoas serão capazes de tirar algo de cada música e de todo o álbum, sabe? Acredito que todo o álbum parece muito coeso, e nós estivemos muito envolvidos com o mundo emo ultimamente. E eu posso dizer que é algo que nos influenciou muito na nossa carreira e acho que nós não fugimos muito dessa influência nesse álbum. 

Após ouvir o disco, senti uma influência maior de rock alternativo neste novo trabalho. Estou certo?

Sim, sim, acho que sim. Acho que muitas vezes escrevemos músicas que são tipicamente pop, e a partir daí a gente disfarça e muda a aparência delas de diferentes formas. E acho que nesse álbum, está mais para o rock alternativo. Acredito eu, que está parecendo muito com as nossas influencias. Eu cresci nos anos 90, ouvindo rock alternativo, então acho que para nós esse álbum foi um meio de trazer nossas maiores e nostálgicas influências.

Para você, o quanto acha que vocês cresceram de 'American Candy' para 'Lovely Little Lonely'?

Sabe, acho que nós experimentamos nossa escrita num meio muito diferente. As pessoas realmente se conectaram com American Candy e nós fomos nos sentindo cada vez mais certos sobre para aonde a banda está caminhando e como conseguimos nos enxergar. Acho que no geral, nós estamos muito confortáveis com o que nós somos e muito confortáveis para expressar quem somos, de uma maneira muito natural agora.

Você conseguiria dizer qual é o maior desafio nessa caminhada como banda?

Cara, sempre existem desafios. Eu não sei se é necessariamente o maior deles, mas sabe, é sempre um desafio tentar se reinventar. Porque na musica em geral, não estamos recriando. Os maior desafio realmente é ter que se manter focado, porque para nós, muito dos nossos parceiros não estão realmente envolvidos em todo o processo. Acho que esse tem sido o nosso maior desafio ao longo dos anos. Nós amamos ser controladores, amamos saber exatamente como tudo vai ser construído e visto. É mais do que somente a música, é com o que a banda se depara, que tipo de pessoas nos vamos nos deparar. Então acho que para nós, tem sido um desafio tentar balancear o quanto nós mesmos queremos controlar, e o quanto que realmente nós podemos controlar num ambiente saudável. Então eu acho que o maior de todos os desafios é tentar entender como funciona controlar o negócio da banda, acho. 

O The Maine lançou quatro dos seus seis álbuns de forma independente. Existe algum segredo para ser uma banda independente de sucesso?

Para nós, ser uma banda independente foi a escolha certa. Um dos desafios que nós encontramos era que nós não entendemos de primeira que precisávamos estar sozinhos desse jeito. Para algumas pessoas, um selo funciona perfeitamente bem, não ficando frente a frente com alguém que está envolvido no processo. Então, nós fizemos de um jeito que nós mesmos podemos fazer tudo. Se você quer algo bem feito, faça você mesmo. Eu sei que isso é uma frase antiga, mas faz sentido para nós.

Vocês são muito queridos aqui no Brasil. É realmente tão diferente a relação com os fãs brasileiros em comparação aos outros países?

Sim! O povo brasileiro é muito amável, então acho que nós fomos bem recebidos antes mesmo de chegarmos no Brasil. Isso foi umas das coisas mais legais para mim. Eu posso dizer com 100% de certeza que esse amor é recíproco. Eu amo o Brasil, amo o povo, amo tentar falar português. É uma coisa tão boa... Nossos fãs nos dão um apoio incrível no Brasil. Eles fizeram com que fosse possível a gente conseguir tocar aí. Muitas bandas dizem isso, muitas pessoas dizem coisas assim, mas, vocês são o motivo pelo qual a gente existe. Mas para a nossa banda, sendo independente, nossos fãs são realmente o único meio pelo qual nós podemos fazer algo assim, e o apoio que nós recebemos do Brasil é o motivo pelo qual estamos aqui, e é o motivo pelo qual nos amamos tanto voltar.

Na última vez que conversamos, você disse que estava praticando a língua portuguesa. E aí?

(risos). A única coisa que eu posso dizer é ... "eu não lembro de palavras, quando eu preciso" (ele falou essa frase em português).

Kennedy, obrigado pela entrevista. Um prazer conversarmos de novo e fico feliz que vocês estejam de volta.

Cara, eu estou tão animado para estar no Brasil outra vez e poder tocar em todos esses lugares. E é tão legal poder ir a novos lugares também, como Brasília e outras cidades que ainda não fomos. É muito empolgante para mim. Estou muito feliz de poder voltar.

É um prazer tê-los de volta. Nos vemos no Rio de Janeiro em breve! 

Com certeza! Se cuida aí. Tchau.
Foto: Divulgação
Rock in Rio: três datas já estão com ingressos esgotados
Na noite desta quinta-feira (6 de abril) o Rock in Rio começou a venda oficial de ingressos para o festival. Em pouco menos de duas horas, três datas já estão esgotadas. A primeira foi o dia 16, que tem o Maroon 5 como atração prinicipal da noite. A carga de ingressos para esse dia acabou em apenas 55 minutos de venda. Cinco minutos depois foi a vez do dia 24 (Red Hot Chili Peppers e The Offspring) ter seus ingressos esgotados. Como não poderia ser diferente, a noite histórica que terá a primeira vez de The Who no Brasil e ainda Guns N' Roses também está esgotada. A venda continua normalmente para os outros dias. O evento, que será realizado nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro, na Cidade do Rock do Rio de Janeiro, tem capacidade para 85 mil pessoas por dia. A entrada para o Rock in Rio permite acesso a todas as áreas comuns do parque e atrações da Cidade do Rock. Vale lembrar que em 2013, os ingressos colocados à venda se esgotaram em apenas 4 horas e 4 minutos. Na venda antecipada desta edição, que aconteceu em novembro do ano passado, a venda de 100 mil Rock in Rio Cards foi finalizada em 1h40m. A venda de ingressos será feita pelo site de vendas oficial do festival AQUI, e o valor da entrada é R$455 (inteira) e R$ 227,50 (meia). Cada cliente poderá comprar quatro ingressos por dia do festival, por CPF, limitado a uma meia-entrada por dia. O pagamento pode ser feito através de boleto bancário e cartão de crédito, este com possibilidade de parcelamento em até 6x sem juros. Clientes que pagarem com cartões de crédito Itaú e Itaucard têm direito ao desconto de 15% no ingresso (não cumulativo com a meia-entrada) e parcelamento em até 8x sem juros.

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Foto: Ilustrativa
Rock in Rio: duas datas já estão com ingressos esgotados
Na noite desta quinta-feira (6 de abril) o Rock in Rio começou a venda oficial de ingressos para o festival. Em pouco menos de uma hora, duas datas já estão esgotadas. A primeira foi o dia 16, que tem o Maroon 5 como atração prinicipal da noite. A carga de ingressos para esse dia acabou em apenas 55 minutos de venda. Cinco minutos depois foi a vez do dia 24 (Red Hot Chili Peppers e The Offspring) ter seus ingressos esgotados. A venda continua normalmente para os outros dias. O evento, que será realizado nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro, na Cidade do Rock do Rio de Janeiro, tem capacidade para 85 mil pessoas por dia. A entrada para o Rock in Rio permite acesso a todas as áreas comuns do parque e atrações da Cidade do Rock. Vale lembrar que em 2013, os ingressos colocados à venda se esgotaram em apenas 4 horas e 4 minutos. Na venda antecipada desta edição, que aconteceu em novembro do ano passado, a venda de 100 mil Rock in Rio Cards foi finalizada em 1h40m. A venda de ingressos será feita pelo site de vendas oficial do festival AQUI, e o valor da entrada é R$455 (inteira) e R$ 227,50 (meia). Cada cliente poderá comprar quatro ingressos por dia do festival, por CPF, limitado a uma meia-entrada por dia. O pagamento pode ser feito através de boleto bancário e cartão de crédito, este com possibilidade de parcelamento em até 6x sem juros. Clientes que pagarem com cartões de crédito Itaú e Itaucard têm direito ao desconto de 15% no ingresso (não cumulativo com a meia-entrada) e parcelamento em até 8x sem juros.

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Foto: Divulgação
The Pretty Reckless esteve no Brasil recentemente para shows concorridos
A organização do Rock in Rio está a ponto de fechar o line up desta edição e segue completando a programação do palco Sunset. Só nesses últimos arremates, três boas opções para quem curte rock: o duo norte-americano The Kills, a banda brasileira Ego Kill Talent e o grupo The Pretty Reckless. Conhecidos por suas estonteantes apresentações ao vivo, o The Kills mistura o estilo Garage Rock com o Blues. Com cinco álbuns gravados até hoje, esta é a primeira vez da banda - adorada no cenário indie - no festival. Donos de uma energia contagiante, o The Kills se apresenta no dia 21 de setembro, mesmo de Aerosmith e Def Leppard. Neste mesmo palco e noite, o The Pretty Reckless, grupo liderado pela cantora e compositora Taylor Momsen, esteve no Brasil mês passado para shows solo [saiba como foi AQUI]. Desde sua estreia em 2009, a banda lançou três álbuns de estúdio, dois EPs e vários singles que conquistaram o topo das paradas norte-americanas, como “Heaven Knows”, do segundo álbum, Going to Hell, que ficou por 18 semanas no topo da Billboard. Já a banda paulistana Ego Kill Talent acaba de lançar seu mais novo disco de estúdio. O grupo já dividiu palco com grandes nomes do rock mundial, como Rammstein e Marilyn Manson. Além disso, eles também estão escalados como banda de abertura para o show do Korn no Brasil e para a edição francesa do conceituado Download Festival. O quinteto se apresenta no último dia de Rock in Rio (24).

Venda oficial de ingressos

A partir das 19 horas desta quinta-feira, dia 6 de abril, os fãs já poderão adquirir suas entradas para o Rock in Rio 2017. O evento, que será realizado nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro, na Cidade do Rock do Rio de Janeiro, tem capacidade para 85 mil pessoas por dia. A entrada para o Rock in Rio permite acesso a todas as áreas comuns do parque e atrações da Cidade do Rock. Vale lembrar que em 2013, os ingressos colocados à venda se esgotaram em apenas 4 horas e 4 minutos. Na venda antecipada desta edição, que aconteceu em novembro do ano passado, a venda de 100 mil Rock in Rio Cards foi finalizada em 1h40m. A venda de ingressos será feita pelo site de vendas oficial do festival AQUI, e o valor da entrada é R$455 (inteira) e R$ 227,50 (meia). Cada cliente poderá comprar quatro ingressos por dia do festival, por CPF, limitado a uma meia-entrada por dia. O pagamento pode ser feito através de boleto bancário e cartão de crédito, este com possibilidade de parcelamento em até 6x sem juros. Clientes que pagarem com cartões de crédito Itaú e Itaucard têm direito ao desconto de 15% no ingresso (não cumulativo com a meia-entrada) e parcelamento em até 8x sem juros.