ROCKONBOARD NEWS

Foto: Camila Cara
Dupla afiada: Brian e Nikki lideraram o show do Silversun Pickups
O show mais legal do Palco Axe neste domingo foi o da banda americana Silversun Pickups. Pouco conhecida no Brasil, o quarteto mostrou uma energia contagiante no Lolla, com faixas regadas a guitarradas de Brian Albert e o baixo no talo da simpática Nikki Moninger. Embora o repertório tenha sido escolhido para divulgar o seu último disco, Better Nature, o público teve a oportunidade - e privilégio - de ver ao vivo as faixas que remetem os primórdios do grupo, como as ótimas "Panic Switch" e "The Royal We", do essencial segundo disco da banda, Swoon, lançado em 2009. Além de instigante na parte sonora, o show do Silversun é totalmente baseado na energia da dupla Brian e Nikki, que agitam o tempo inteiro. Para quem mora no Rio de Janeiro, uma imperdível oportunidade na próxima quanta-feira (29) no Circo Voador, em noite que terá ainda o Cage The Elephant.
Foto: Camila Cara
O frontman Jim Adkins, o Jimmy Eat World no Lolla
Não há o que discutir. O melhor disco do Jimmy Eat World é o censurado Bleed American, lançado em 2001 (que teve seu título modificado por causa dos atentados ao World Trade Center). Isso ficou evidente no show do Lolla, que começou em ponto de bala com a faixa-título deste álbum. O grupo segue divulgando o seu novo disco, Integrity Blues (que é bom, diga-se de passagem). No entanto, o show perdeu um pouco de força após a ótima "Get Right" e só voltou aos eixos quando a banda decidiu dedicar o final quase que exclusivo ao seu álbum mais famoso. Ao todo, foram seis faixas de Bleed American, sendo que quatro tocadas em seqüência. Mesmo com uma recepção um pouco modesta do público, a banda deu gás durante toda a apresentação, que teve como destaque, lógico, a faixa "The Middle", que fechou o bom show do Lolla. Na terça-feira (28), o grupo se apresenta no Rio de Janeiro, onde divide o palco do Circo Voador com a banda Two Door Cinema Club.
Foto: Camila Cara
Van McCann comandou a cantoria dos fãs no Palco Ônix
O grupo britânico Catfish And The Bottlemen foi responsável por carregar um público juvenil até o palco Ônix, neste domingo. Formado no final da década passada, a banda mostrou que possui um surpreendente fã-clube no Brasil. Durante toda a apresentação, o que se viu foi um público que cantou todas as músicas em alto e bom som. Nem mesmo o vocalista do grupo, Van McCann, parecia acreditar na popularidade de suas canções com a garotada. Faixas como "Kathleen" e "Twice" foram levadas à plenos pulmões pela plateia, que parecia não se importar com o sol escaldante, que castigava de forma impiedosa. No fim, a banda seguiu o protocolo dos ídolos juvenis e exibiu a bandeira do Brasil para agradecer o carinho.
Foto: Camila Cara
James Hetfield pergunta aos fãs: "Vocês querem heavy metal?"
De todas as mega bandas, ninguém veio tanto ao Brasil nesta última década quanto o Metallica. O grupo de James Hetfield toca por aqui quase que anualmente. Desde 2010, foram cinco visitas, sendo três no Rock in Rio e duas em São Paulo. Com um ótimo disco novo na bagagem, a banda conseguiu gás suficiente para deixar de lado o mais do mesmo que tem marcado suas últimas passagens pelo país e de quebra ainda decidiu mudar o roteiro cenográfico. As labaredas, explosões e demais efeitos pirotécnicos deram lugar a um número clean, com palco limpo e atenção voltada exclusivamente para o telão de alta definição no fundo. Já no repertório, a maior e mais significativa mudança. A banda executou cinco das doze músicas de Hardwired To Self-Destruct, sendo o álbum mais tocado nesse show (com mais músicas até que o batido Black Album).

A apresentação começou quente ao som de duas pancadas do novo disco: as ótimas "Hardwired" e "Atlas Rise" - uma verdadeira locomotiva de riffs, que entorpeceu as caixas de som do Lolla. Não demorou muito para que os fãs saudosistas fossem logo agraciados com os clássicos. "For Whom The Bell Tolls", "The Memory Remains" e o sucesso dos tempos da MTV, "The Unforgiven" formaram uma trilogia de respeito. Mas para comprovar a força do novo álbum e o ar de renovação da banda, mais duas novas: "Now That We're Dead" e a preferida de Lady Gaga, "Moth Into Flame". As novidades não ficaram restritas apenas ao disco novo. "Harvester Of Sorrow", do disco And Justice For All e "Whiplash" foram duas das antigas que não costumam ser tão habituais nos shows da banda no Brasil.
Foto: Camila Cara
Kirk Hammet em um dos vários momentos de virtuose no show do Lolla
Além das novas músicas, o show dessa noite ficou marcado pelos vários momentos de virtuose, onde os integrantes ficavam no palco solitários, solando à esmo. O guitarrista Kirk Hammet, por exemplo, fez isso mais de uma vez, com direito a tirar som pisando em seu instrumento. Na parte final, tudo igual. "Masters Of Puppets", "One" e a derradeira de todos os shows, "Seek & Destroy". No bis protocolar, a sempre indispensável "Battery", além de "Nothing Else Matters" e, lógico, "Enter Sandman" - com direito a fogos de artifício e show de agradecimentos. 

Pela primeira vez em muitos anos, o Metallica enfim saiu um pouco da zona de conforto e presenteou os fãs com um show que poderá ser lembrado por sua relevância artística, já que representa um novo disco criado - e que é muito bom por sinal [leia a resenha do disco AQUI]. Mesmo que não seja unanimidade, esse show do Lolla pode servir como exemplo de renovação e incentivo para que a banda continue criando bons discos e fazendo mais shows relevantes por aqui. O heavy metal agradece! 
Foto: Camila Cara
O agitado Matt Schultz em show no Lollapalooza
Pela terceira vez no Lollapalooza, o Cage The Elephant já é a banda que mais se apresentou na edição brasileira do festival. Cada vez que aparece por aqui, o grupo aumenta o seu fã-clube consideravelmente. De desconhecidos em 2012, voltaram em 2014 como banda adorada pelos cults. Dessa vez, eles mostram uma faceta mais popular, com canções menos intricadas de seu último disco, Tell Me I'm Pretty. Mesmo com o início forte, onde atacaram de três rocks dos bons ("Cry Baby", "In One Ear" e "Spiderhead"), a banda já dá claros sinais de que está curtindo essa fase mais popular, visto que decidiu apostar em canções que fazem a galera cantar alto durante toda a apresentação, como "Shake Me Down", de seu segundo disco, e a agitada "Mess Around". Músicas como "Telescope", a melódica "Too Late To Say Goodbye" e o novo hit "Cold, Cold, Cold", comprovaram essa inclinação atual da banda em seus repertórios, com músicas mais lentas - pegando como referência seu início garage rock. Com sapatos dourados, o vocalista Matt Schultz, abusa dos trejeitos Mick Jagger e não só corre saltitante de um lado para o outro como quase sempre desce para cantar com os fãs. O guitarrista Brad Schultz, irmão do vocalista, mostra a mesma energia e agitação no palco, tanto que cai na galera logo a primeira música do show. Os melhores momentos dessa boa apresentação no Lolla vieram em faixas do ótimo Melophobia, como "Spiderhead", "It's Just Forever" e o hit "Come Little Closer".
Foto: MRossi
Glass Animals surpreendeu fãs com show agitado no Lolla
Quem ouve o Glass Animals em seus discos, não possui (de verdade mesmo!) a mínima ideia do que eles possam ser ao vivo. Aquele estranho quarteto de Oxford que grava discos no meio da floresta e faz uma junção introspectiva - e até às vezes monótona - de ritmos como R&B, pop, psicodelia e hip hop (com seus devidos excessos), surpreendeu em sua estreia no Brasil. O grupo fez do Lollapalooza uma catarse coletiva, com enxerto de sintetizadores e um agitado Dave Bayley - que parece ter feito escola com Chris Martin (Coldplay). O show da banda é dominado pelos teclados e efeitos em loop e resume de forma certeira essa tendência multifacetada do indie e do público Lolla. O que impressionou também foi a popularidade da banda, que seguiu na boca da galera, que cantou quase todas as músicas com Bayley. Assim foi em "Black Mambo", "Hazey" e "Seasons 2 Episode 3". Quem foi até o palco Ônix, dançou (no bom sentido).
Foto: Camila Cara
O carismático Matty Heally fez a garotada cantar alto no Lolla
Agora, se tem uma banda que caiu no gosto popular das meninas nesse Lolla, essa foi o The 1975. Liderados pelo carismático Matty Heally, o grupo britânico fez uma apresentação concorrida no longínquo Palco Ônix. Com a luz do sol caindo, a iluminação do palco ajudou a criar um "clima" entre fãs e banda. A conexão foi tanta, que na metade da apresentação, Matt já estava em êxtase com a recepção. O 1975, que já havia sido indicado aqui no Rock On Board como um dos 5 shows imperdíveis desse Lolla, traça um som bem peculiar, que une o rock, new wave, pop teen e disco. Com visual estiloso, Matt sabe os segredos de controlar a garotada. Com repertório quase que exclusivamente baseado no segundo disco da banda, o premiado I Like It When You Sleep, for You Are So Beautiful Yet So Unaware of It, o vocalista contou com a ajuda dos fãs para cantar alto hits como "Somebody Else", "A Change Of Heart" e a derradeira do show, "The Sound". 
Foto: Camila Cara
The Outs fez um dos melhores shows do sábado no Lolla
A garotada do The Outs fez um dos shows mais legais do sábado. Pagando um pouco o preço por ser a primeira banda no palco mais distante do festival, eles entorpeceram o público (que chegava de forma bem tímida) com sua cartilha sessentista. A apresentação foi marcada principalmente pela coesão sonora da banda e pelas ótimas composições. Entre elas, o destaque para a beatleniana "Righ or Wrong" e também para a psicodelia desenfreada de "Ainda Me Lembro". A referência aos Mutantes fica muito forte nas composições em português, como em "Doce Amargo", faixa que integra o mais novo disco do grupo, o ótimo Percipere. A banda também agitou a galera no rock enérgico de "Once Before" e recebeu o guitarrista da banda Cachorro Grande, Marcelo Gross, para finalizar o show em alto nível com "My Generation".
Foto: MRossi
Doctor Pheabes abriu o Lolla com seu hard despojado
Após causar nas redes sociais com uma entrevista polêmica na véspera do festival [leia AQUI], o Doctor Pheabes mostrou no Lollapalooza que eles foram realmente sinceros ao dizer que não levam a banda tão a sério a ponto de se considerarem profissionais. A única coisa que realmente parece importar para o grupo é curtir esse barato "rockstar", seja abrindo para medalhões ou tocando em tudo que é festival grande. Tanto que rola uma atravessada de bateria aqui, uma trastejada no solo da guitarra ali, e tudo segue da forma mais normal possível. Mas o público também não parece se importar muito com a performance despojada da banda - que até apresenta algumas faixas legais para quem curte hard rock, como "Godzilla", por exemplo. No final, após uma cover de "Knocking On Heavens Door" (de Bob Dylan), com direito à homenagem ao Guns N' Roses nos telões, eles convidaram o cantor Supla para participar da brincadeira - mas ele preferiu ficar apenas assistindo ao lado do palco.
Foto: MRossi
Baiana System e sua micareta hipster
Nas redes sociais, alguém mais esperto definiu o Baiana System como uma mistura de Carlinhos Brown com O Rappa (não se sabe se isso é um elogio ou uma puta sacanagem com o som dos caras). Mas o fato é que em cima do palco, as canções realmente não soam tão requintadas como se estivéssemos ouvindo o elogiadíssimo - e ótimo - Duas Cidades, lançado no ano passado. Ao vivo, tudo funciona na roupagem de um trio elétrico e a banda também parece querer promover essa espécie de micareta com influências africanas. No entanto, o bom público presente no palco AXE (ou seria Axé?) acabou entrando na dança e ajudou a criar o clima de carnaval no Lolla. A apresentação também foi marcada pelo protesto ao governo Temer - como já está virando marca registrada em shows de muitos artistas - e pela participação do músico BNegão na faixa "Playsom" (que faz parte da trilha sonora do jogo FIFA 2016). 
Foto: Divulgação
Prophets Of  Rage é formado por integrantes do Rage Against The Machine
Os show do Prophets Of Rage no Rio de Janeiro, que inicialmente estava marcado para acontecer no Rio Centro, ganhou um novo local: o Vivo Rio. O super grupo formado por integrantes do Rage Against The Machine (Tom Morello, Brad Wilk e Tim Commerford), do Public Enemy (Chuck D e DJ Lord) e do Cypress Hill (B Real), vai tocar no dia 12 de maio na casa carioca, com abertura da banda Rise Against. O Prophets Of Rage, que é uma das grandes atrações do Maximus Festival, também vai se apresentar em show solo na cidade de São Paulo (dia 9 de maio na Audio). Os ingressos para o show no Rio de Janeiro começam a ser vendidos na próxima terça-feira (28 de março, pelo site www.livepass.com.br.

Tanto o Prophets Of Rage quanto o Rise Against integram o line up do Maximus Festival 2017, que acontece dia 13 de maio, em Interlagos, São Paulo, e que conta com Linkin Park, Prophets of Rage, Five Finger Death Punch, Rise Against, Slayer, Ghost, Rob Zombie, Red Fang, Böhse Onkelz, Pennywise, The Flatliners  e as bandas brasileiras, Nem Liminha Ouviu, Dead Fish e Oitão. Ainda existem ingressos disponíveis para o festival. Para mais informações sobre o Maximus Festival 2017, confira o release completo.

PROPHETS OF RAGE E RISE AGAINST NO RIO DE JANEIRO 
Data: 12 de maio
Local: Vivo Rio
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo
Horário: A confirmar
Ingressos: 28 de março
Foto: Daniel Moura
Bratislava se apresenta no segundo dia de Lollapalooza Brasil
Por Bruno Eduardo

Quem for ao Lollapalooza Brasil neste domingo (26) vai ter a chance de conferir mais um novo nome, que enfim começa a despontar na cena nacional. Trata-se da banda Bratislava, que em 2015 lançou o instigante "Um Pouco Mais de Silêncio", disco que chamou a atenção da mídia pela mistura de referências em sua proposta. Em exclusiva ao Rock On Board, o vocalista Victor Meira falou um pouco sobre essa fase de valorização que a banda vive no momento - cristalizada principalmente pela oportunidade de tocar nesse que é um dos maiores festivais do mundo. Ele explica:  

É uma coisa muito massa que está acontecendo com a banda. Acho que ganhamos um novo respeito com essa chance. O festival é muito grande e acaba valorizando o nosso passe. As pessoas acabam escutando as nossas músicas com mais respeito e admiração.
Mas o efeito Lollapalooza não atingiu só as pessoas que ouvem a banda. O convite para o festival também ajudou a dar um novo gás ao Bratislava. O disco novo, que estava previsto para 2018, já está no forno e deve ser lançado em junho deste ano. Victor tem noção do impacto que um grande festival pode ter na carreira de uma banda independente, principalmente no Brasil. E diz esperar que esse show do Lolla possa abrir portas para que a banda entre no circuito de outros grandes festivais como o Do Sol, Bananada e o Vaca Amarela (os três citados pela banda).

Formada em 2010 na cidade de São Paulo, o grupo demorou quatro anos para conseguir achar sua forma ideal. Para o vocalista, a banda nasceu de verdade em 2014, quando fechou a formação que dura até hoje. Além de Victor, o Bratislava segue firme com Lucas Felipe Franco (bateria), Sandro Cobeleanschi (baixo) e Alexandre Meira (guitarra / vocais). Musicalmente falando, o Bratislava é conhecido pela diversidade sonora, que em muitas vezes pode integrar uma mesma canção - passeando pelo rock, psicodélico e flertando com influências de gêneros menos ortodoxos. 

A gente não busca referências óbvias na hora de compor alguma canção. Nós escutamos coisas diferentes. Soul, rap, jazz, samba, pop, rock... Eu gosto de Hanson, por exemplo. O nosso som é um puta caldeirão malucaço! 

Confiantes que estão vivendo um momento especial, a banda vai mais segura de sua proposta para o seu novo disco e promete a mesma personalidade que marca a caminhada do Bratislava. No entanto, Victor afirma que ele será um pouco mais pesado e com maior presença das guitarras. "Ele também vai ser mais mais curto que o anterior", afirma o vocalista. Aliás, a banda pretende apresentar algumas dessas novas canções para o público que for ao Lolla. Fãs confessos do Lollapalooza, os integrantes do Bratislava são frequentadores assíduos do festival. O vocalista diz que foi em todas as edições após a mudança para o Autódromo de Interlagos e garante que estaria no evento mesmo que não fosse tocar. Inclusive, faz questão de relembrar alguns shows memoráveis.

O show no Nine Inch Nails em 2014 foi maravilhoso. Foi um dos shows mais bonitos que eu vi na vida. Nesse mesmo ano eu vi também um show da Lorde, que eu pirei. O do Alabama Shakes também foi inesquecível. O Sandro, nosso baixista, é outro que vai todo ano no festival. Inclusive na época que o Lolla era no Jockey. Mesmo que a gente não fosse tocar, certamente iríamos para assistir. 
Entre os shows que eles pretendem assistir nessa edição, eles citam The Outs, Céu, Haikaiss, Glass Animals, MØ, Metallica e Silversun Pickups. O Bratislava sobe ao Palco Ônix por volta de 12h25 e vai aquecer o público para alguns nomes já consagrados - entre eles: The Strokes e Duran Duran. No entanto, quem acompanha os passos da banda pelo Brasil (e agora pelo mundo), sabe que eles têm tudo para conquistar novos fãs. Então, cheguem cedo e comprovem!

LOLLAPALOOZA BRASIL 2017
Datas: 25 e 26 de março de 2017
Local: Autódromo de Interlagos
Endereço: Avenida Senador Teotônio Vilela, 261 – Interlagos
Classificação etária: Crianças com menos de 05 anos - não será permitida a entrada. De 05 a 14 anos: Permitida a entrada acompanhado por pais ou responsáveis. A partir de 15 anos: Permitida a entrada desacompanhados.
Ingressos: 
Lolla Pass - 1º Lote: R$800 / R$400 (meia) ESGOTADO
Lolla Pass - 2º Lote: R$920 / R$460 (meia)
Lolla Day - 1º Lote: R$540 / R$270 (meia)
Lolla Day - 2º Lote: R$590 / R$295 (meia)
Venda pela internet AQUI
Foto: Divulgação
Depeche Mode volta com "Spirit", seu novo e ótimo disco de inéditas
DEPECHE MODE
"Spirit"
Verve Records; 2017
Por Gabriel Sacramento

O Depeche Mode é uma banda que realmente tem o que dizer com seu trabalho. Seja falando por meio da atmosfera obscura, atmosférica e fria que a banda desenvolveu revolucionando todo o contexto da música eletrônica nos anos 80, ou por meio das letras pessimistas que vão de política e religião a abusos de drogas, sempre, como uma vez disse o compositor Martin Gore, com “algum elemento de esperança”.

Se a banda merece respeito e reconhecimento por ter influenciado tantos grupos e artistas importantes para a música, merece destaque também por ter mantido a boa fase depois de tantos anos. Assim como um de seus maiores influenciados, o Deftones, o Depeche Mode vem a cada disco nos ensinar como manter constância na carreira e como sempre soar relevante mesmo depois de ter atingindo o ápice. Vale ressaltar que eles não fazem isso buscando a solução mais fácil, que seria a autorreferência barata. Cada álbum tem um frescor novo, único, que reflete o momento da banda.

O primeiro single liberado, “Where’s The Revolution”, traz uma forte crítica política. Gore pergunta: “Quem está tomando suas decisões, você ou sua religião? Seu governo? Seu país?”. Além da conclamação à revolução que parece não estar perto de acontecer, a banda nos envolve com uma base cheia de texturas impressivas e um som com um feeling meio industrial. “The Worst Crime” é mais arrastada, tensa e triste, com uma guitarra ressoando forte, encharcada de efeitos. A canção possui um clímax interessante no refrão, mas sem perder a linearidade e a melancolia. Batida eletrônica, vocais distorcidos e outros elementos eletrônicos preponderantes formam “Scum”, que vem para deixar claro que o Depeche Mode ainda é autoridade quando se fala em música feita com sintetizadores. A mesma autoridade que faz a banda ter liberdade para uma espécie de jam eletrônica longa em “Cover Me”, com um solo de sintetizador e um pouco da atmosfera carregada da música – que inclusive lembra vagamente o Pink Floyd.

Poison Heart” remete à soul music, música indie e possui aquela verve obscura típica da banda. “So Much Love” é mais um exemplo de boas texturas, boas guitarras entrelaçadas, batidas fortes e industriais e de como esses elementos unidos conseguem cativar o ouvinte. Destaco também as melodias do refrão, com um potencial grandioso justamente por ser difícil tirá-las da memória. “Poor Man” começa com sintetizadores simples e precisos, desbocando em uma grande e confusa massa sonora do meio para o final. A letra vai fazer uma crítica às grandes corporações e como lucram indevidamente em cima dos empregados. Talvez até uma crítica às grandes gravadoras. “Going Backwards” tem uma letra pessimista sobre os rumos da humanidade depois de acontecimentos recentes, como a eleição de Trump e o Brexit. “Não temos evoluído, não temos respeito, perdemos o controle”, canta Dave Gahan.

Ouvindo da primeira até a última música, ficamos com a boa sensação de que o álbum possui uma coesão incrível e que cada faixa parece conectar e oferecer um adicional à anterior. Do início ao fim, a banda nos intriga com seu som frio, seco, texturizado, lento e dark. Não há espaços para o que o ouvinte tenha alívio. Em cada segundo de Spirit, o Depeche Mode evidencia com muita classe sua veia inorgânica e futurística.

A produção é de James Ford, que trabalhou com o Arctic Monkeys e Florence + the Machine. Ford conseguiu conciliar bem o desejo de soar moderno e de alguma forma revelante para os dias atuais, mantendo o som típico do grupo. Ou seja, ainda que com os mesmos elementos de sempre, temos um Depeche Mode que soa interessante. Essa atemporalidade impressiona e eleva a música, assim como atesta a capacidade de se manterem vivos depois de anos.

Spirit é denso, frio, caótico, eletrônico e mecânico. Sem momentos de leveza ou de diminuição da tensão, o Depeche Mode nos força a viajar em suas texturas, ser imersos no mar de frieza e “roboticidade”; e no meio de tudo isso, nos mostra um pouco de beleza. As letras mostram um Depeche Mode antenado no que está ocorrendo no mundo, mesmo que não tão contundentes quanto deveriam ser. Talvez não seja também tão pessimista quanto a banda costumava ser, e nem tão sombrio nas atmosferas, já que o foco é o eletrônico. Ainda assim, o novo álbum é um dos mais intrigantes da banda, mostrando que a fórmula ainda funciona, se encaixa bem no contexto histórico e tem um longo prazo de validade.
Foto: Divulgação
Neste sábado, o The Baggios vai estrear no Palco do Circo Voador
Por Bruno Eduardo

Do menor estado do Brasil para um dos palcos mais famosos do rock nacional. Com mais de dez anos de estrada, os sergipanos do The Baggios estarão concretizando mais um sonho na carreira quando entrarem no palco do Circo Voador na noite deste sábado (18). O grupo não esconde a ansiedade de poder conhecer um dos redutos sagrados do rock nacional. "Já passamos na frente algumas vezes e ficamos ali paquerando", diz Julio Andrade, guitarrista e vocalista do Baggios, em participação no programa de rádio Arariboia Rock News. Para ele, a noite será mais especial ainda por tudo o que está envolvido. "Além de ser a nossa primeira vez, estaremos abrindo para o Camisa de Vênus tocando Raulzito. Imagina isso?", orgulha-se.


Vai ser um dia especial porque o Raul Seixas é uma grande referência para nossa música. E tocar ao lado de Marcelo Nova, que foi parceiro do Raul é uma honra. (Julio Andrade)

O The Baggios chega ao Rio de Janeiro para lançar o seu novo e elogiadíssimo disco, Brutown [leia resenha do disco AQUI]. Produzido no estúdio carioca Toca do Bandido, pelo produtor Felipe Rodarte, o álbum figurou na maioria das grandes listas de melhores do ano passado. "Eu acho que foram mais de trinta listas. Ver o nosso disco em melhores do ano dos principais veículos do país, e ao lado de outros artistas que são referências para o nosso som, nos deixa muito orgulhosos", afirma o baterista Gabriel. 
Foto: Amanda Respício
Julio Andrade em entrevista no programa Arariboia Rock News
Quem for ao Circo Voador neste sábado vai poder encontrar "Brutown" nos formatos CD e LP, além disso, a banda deve disponibilizar um merchan com outros utensílios, como camisetas com a arte da turnê. Depois desse show no Rio, o The Baggios segue com a turnê para o Nordeste, mas antes fazem uma parada em São Paulo para a cerimônia do Prêmio Bravo, onde concorrem como melhor disco de 2016.

Quem quiser conferir a entrevista completa com o The Baggios, que aconteceu no programa de rádio Arariboia Rock News, basta clicar AQUI.

CAMISA DE VÊNUS + THE BAGGIOS NO CIRCO VOADOR
Data: 18 de março de 2017, sábado
Local: Circo Voador
Abertura da casa: 22h
Classificação:18 anos (de 14 à 17 anos somente acompanhado do responsável).
Pista 1º lote: R$100 / R$50 (meia / promocional*)
*Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, clientes odeon e quem levar 1kg de alimento terão direito ao ingresso promocional 
Ponto de venda: bilheteria do Circo Voador
Venda online AQUI
Imagem Ilustrativa
Três datas já estão esgotadas para clientes Itaú

Nesta sexta-feira (17 de março) o Rock in Rio começou a pré-venda de ingressos para o festival. Associados Rock in Rio Club, clientes Itaú Personnalité ou portadores de cartões de crédito Itaucard das categorias Platinum, Black e Infinite possuem direito à compra de ingressos para o Rock in Rio 2017 antecipadamente. A pré-venda continua acontecendo na Ingresso.com e vai do dia 17 de março até o dia 5 de abril - isso enquanto houver carga disponível de ingressos. A venda oficial está marcada para o dia 6 de abril. Três datas esgotaram rapidamente suas cargas iniciais. Nas datas esgotadas, as atrações principais são Maroon 5 (dia 16), Guns N' Roses & The Who (dia 23) e Red Hot Chili Peppers (dia 24). Agora, quem quiser comprar ingressos para essas datas, vai ter que esperar a abertura geral de ingressos, que é no dia 6 de abril.

A pré-venda para clientes Itaú também oferece 15% de desconto no valor de face do ingresso, assim como parcelamento em 8 vezes sem juros. Este benefício está sujeito ao estoque de ingressos disponível e é limitada a quatro ingressos por dia de evento ou até dez ingressos no total.

Venda online

A venda dos ingressos para o Rock in Rio 2017 é através da Ingresso.com, canal de vendas oficial do festival desde 2011. Mesmo sendo uma compra exclusivamente online, não há cobrança de taxa de conveniência. 

Para a edição do Rock in Rio 2017, o valor da entrada será de R$ 455,00 (inteira) e R$ 227,50 (meia). Clientes Itaú elegíveis têm direito ao desconto de 15% (não cumulativo com a meia-entrada). O pagamento pode ser feito somente por cartão de crédito, com possibilidade de parcelamento em até 6x sem juros. Pagamentos efetuados com os cartões de crédito Itaú e Itaucard poderão ser parcelados em até 8x sem juros.

Ingressos serão pulseiras com chip

Uma novidade da organização é que o ingresso, antes no formato de cartão ou papel, será substituído por uma pulseira de identificação com chip, com sete modelos diferentes, de acordo com o dia do festival. A nova tecnologia oferece mais conforto e segurança tanto para o público quanto para os organizadores.

A pulseira deve ser colocada somente no dia do festival pois seu fecho é inviolável e também não pode ter as pontas cortadas. "Uma vez colocada no pulso, não é possível removê-la sem que seja danificada", explica Juliana Ribeiro, gerente de Ticketing.

Entrega

O cliente poderá escolher entre receber a pulseira em casa ou retirar em local definido pela organização do festival. A entrega em domicílio será feita no endereço indicado no momento da compra, a partir de maio/2017, mediante pagamento da taxa da entrega. Para clientes que optarem pela retirada, a organização do festival adianta que o produto estará disponível a partir de julho de 2017, em local a ser definido, na cidade do Rio de Janeiro. Para estes clientes não será cobrada nenhuma taxa.

Rock in Rio 2017

O Rock in Rio está marcado para os dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro de 2017 e já confirmou as seguintes atrações: Lady Gaga, 5 Seconds of Summer, Pet Shop Boys e Ivete Sangalo (15/09); Maroon 5, Fergie e Skank (16/09); Justin Timberlake, Walk The Moon e Frejat (17/09); Aerosmith, Billy Idol e Scalene (21/09); Bon Jovi e Alter Bridge (22/09); Guns N' Roses, The Who e Incubus (23/09); e Red Hot Chili Peppers e The Offspring (24/09). Os ingressos para o Rock in Rio estarão disponíveis no dia 6 de abril pelo Ingresso.com. 

Cobertura #rockinrio2017
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Foto: Divulgação
Scalene vai estrear no Rock in Rio em noite de medalhões
Depois de vencer o Grammy Latino de 2016 com o seu CD "Éter", Scalene se prepara agora para mais um feito em sua carreira: tocar no Rock in Rio. Com experiência em outros grandes festivais (Lollapalooza Brasil e SXSW), a banda vai abrir a noite do dia 21 de setembro, que conta com os medalhões Aerosmith e Billy Idol. Recentemente, os brasilienses lançaram o DVD "Ao vivo em Brasília", em apresentação que atraiu mais de 2 mil fãs da banda, lotando o Arena Lounge do Estádio Nacional. Seu canal no Youtube tem quase 25 milhões de views, e que o clipe da música "Surreal" já rendeu 5 milhões de visualizações. O Rock in Rio está marcado para os dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro de 2017 e já confirmou as seguintes atrações: Lady Gaga, 5 Seconds of Summer, Pet Shop Boys e Ivete Sangalo (15/09); Maroon 5, Fergie e Skank (16/09); Justin Timberlake, Walk The Moon e Frejat (17/09); Aerosmith, Billy Idol e Scalene (21/09); Bon Jovi e Alter Bridge (22/09); Guns N' Roses, The Who e Incubus (23/09); e Red Hot Chili Peppers e The Offspring (24/09). Os ingressos para o Rock in Rio estarão disponíveis no dia 6 de abril pelo Ingresso.com. 

Nova Cidade do Rock 

Duas vezes mais ampla que a anterior, a nova Cidade do Rock trará mais conforto para todos os visitantes, além de possibilitar o acesso por meio de transporte público direto, a partir de Metrô e BRT, um dos legados olímpicos.

Dentre as melhorias esperadas com o novo espaço, a organização destaca maior facilidade na circulação de público, nas operações de segurança, limpeza e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, além de mais banheiros, posições de atendimento nos bares e áreas de sombra.

O público também ganhará muito em termos de facilidade de acesso, com o sistema de transportes que foi testado com sucesso durante os Jogos Olímpicos 2016. Quem sair da Zona Sul, por exemplo, levará pouco mais de 30 minutos para chegar ao Rock in Rio, utilizando o Metrô e BRT. Todo o acesso será facilitado para visitantes de qualquer região, pois o legado olímpico permanece. O novo esquema de transportes permite também que os impactos no trânsito do entorno sejam ainda mais leves. As interdições de vias públicas serão reduzidas a quase zero, permitindo que os moradores da região tenham ainda mais conveniência.

Também será beneficiado o público que vem de fora do Rio de Janeiro, com a ampliação da rede hoteleira ao redor do parque. Em 2015 foi comprovada a importância do festival para o fomento do turismo na cidade. Segundo a RioTur, o festival foi a motivação exclusiva para a vinda de 88,5% dos visitantes no período de sua realização.

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Foto: Divulgação
Pet Shop Boys vai se apresentar pela primeira vez no Rock in Rio
A produção do Rock in Rio anunciou mais uma atração para o Palco Mundo: o duo britânico Pet Shop Boys. Eles sobem ao Palco Mundo do Rock in Rio 2017 no dia 15 de setembro, mesma data em que Lady Gaga encerra a noite. Formada por Neil Francis Tennant e Christopher Sean Lowe no início dos anos 1980, o Pet Shop Boys tornaram-se responsáveis pela ascensão da música pop eletrônica entre meados das décadas de 80 e 90, sendo considerados, por grande parte da imprensa britânica especializada, a maior dupla de pop eletrônico devido às letras inteligentes e à ousadia de muitos de seus arranjos. É a dupla de maior sucesso na história do Pop Inglês, com 36 músicas no top 20, 22 músicas no Top 10 e 11 álbuns top 10 na Inglaterra, atingindo vendas superiores a 100 milhões de discos no mundo inteiro. Entre seus maiores sucessos estão "West End Girls", "Domino Dancing", "It's A Sin", "Always On My Mind" (versão original de Elvis Presley) e "Go West" (versão original do Village People). O Rock in Rio está marcado para os dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro de 2017 e já confirmou as seguintes atrações: Lady Gaga, 5 Seconds of Summer, Pet Shop Boys e Ivete Sangalo (15/09); Maroon 5, Fergie e Skank (16/09); Justin Timberlake, Walk The Moon e Frejat (17/09); Aerosmith, Billy Idol e Scalene (21/09); Bon Jovi e Alter Bridge (22/09); Guns N' Roses, The Who e Incubus (23/09); e Red Hot Chili Peppers e The Offspring (24/09). Os ingressos para o Rock in Rio estarão disponíveis no dia 6 de abril pelo Ingresso.com. 

Nova Cidade do Rock 

Duas vezes mais ampla que a anterior, a nova Cidade do Rock trará mais conforto para todos os visitantes, além de possibilitar o acesso por meio de transporte público direto, a partir de Metrô e BRT, um dos legados olímpicos.

Dentre as melhorias esperadas com o novo espaço, a organização destaca maior facilidade na circulação de público, nas operações de segurança, limpeza e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, além de mais banheiros, posições de atendimento nos bares e áreas de sombra.

O público também ganhará muito em termos de facilidade de acesso, com o sistema de transportes que foi testado com sucesso durante os Jogos Olímpicos 2016. Quem sair da Zona Sul, por exemplo, levará pouco mais de 30 minutos para chegar ao Rock in Rio, utilizando o Metrô e BRT. Todo o acesso será facilitado para visitantes de qualquer região, pois o legado olímpico permanece. O novo esquema de transportes permite também que os impactos no trânsito do entorno sejam ainda mais leves. As interdições de vias públicas serão reduzidas a quase zero, permitindo que os moradores da região tenham ainda mais conveniência.

Também será beneficiado o público que vem de fora do Rio de Janeiro, com a ampliação da rede hoteleira ao redor do parque. Em 2015 foi comprovada a importância do festival para o fomento do turismo na cidade. Segundo a RioTur, o festival foi a motivação exclusiva para a vinda de 88,5% dos visitantes no período de sua realização.

Cobertura #rockinrio2017
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Foto: Brantley Gutierrez
Incubus volta ao Brasil para se apresentar no Rock in Rio 2017
A produção do Rock in Rio anunciou mais uma atração para o Palco Mundo: a banda americana Incubus. O grupo se apresenta na noite de 23 de setembro, no mesmo dia do Guns N' Roses e The Who. A banda brasileira Titãs abre a noite no palco. Essa é a primeira vez do grupo na edição brasileira do Rock in Rio - em 2015 eles tocaram na edição de Lisboa. A banda chega ao Rock in Rio para apresentar o seu mais novo disco, 8, primeiro trabalho full em seis anos. Formado no início dos anos noventa, o Incubus é um dos nomes mais aclamados do rock alternativo mundial. Formado no início dos anos noventa, o grupo chegou ao sucesso com os discos 'Make Yourself' - que traz os hits "Pardon Me" e "Drive" - e com o multiplatinado 'Morning View'. Contando com uma discografia variadíssima (com tendências progressivistas), a banda lançou outros trabalhos aclamados pela crítica, rendendo sucessos radiofônicos, como "Megalomaniac", "Anna Molly" e "Dig". Recentemente, eles lançaram o single "Nimble Bastard", que fará parte de seu novo disco. O Rock in Rio está marcado para os dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro de 2017 e já confirmou as seguintes atrações: Lady Gaga, 5 Seconds of Summer e Ivete Sangalo (15/09); Maroon 5, Fergie e Skank (16/09); Justin Timberlake e Frejat (17/09); Aerosmith e Billy Idol (21/09); Bon Jovi e Alter Bridge (22/09); Guns N' Roses, The Who, Incubus e Titãs (23/09); e Red Hot Chili Peppers e The Offspring (24/09). Os ingressos para o Rock in Rio estarão disponíveis no dia 6 de abril pelo Ingresso.com. 

Nova Cidade do Rock 

Duas vezes mais ampla que a anterior, a nova Cidade do Rock trará mais conforto para todos os visitantes, além de possibilitar o acesso por meio de transporte público direto, a partir de Metrô e BRT, um dos legados olímpicos.

Dentre as melhorias esperadas com o novo espaço, a organização destaca maior facilidade na circulação de público, nas operações de segurança, limpeza e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, além de mais banheiros, posições de atendimento nos bares e áreas de sombra.

O público também ganhará muito em termos de facilidade de acesso, com o sistema de transportes que foi testado com sucesso durante os Jogos Olímpicos 2016. Quem sair da Zona Sul, por exemplo, levará pouco mais de 30 minutos para chegar ao Rock in Rio, utilizando o Metrô e BRT. Todo o acesso será facilitado para visitantes de qualquer região, pois o legado olímpico permanece. O novo esquema de transportes permite também que os impactos no trânsito do entorno sejam ainda mais leves. As interdições de vias públicas serão reduzidas a quase zero, permitindo que os moradores da região tenham ainda mais conveniência.

Também será beneficiado o público que vem de fora do Rio de Janeiro, com a ampliação da rede hoteleira ao redor do parque. Em 2015 foi comprovada a importância do festival para o fomento do turismo na cidade. Segundo a RioTur, o festival foi a motivação exclusiva para a vinda de 88,5% dos visitantes no período de sua realização.

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