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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Chuck Mosley, ex-vocalista do Faith No More, morre aos 57 anos

Chuck Mosley com o Faith No More em 1987, época do disco "Introduce Yourself"
Chuck Mosley, ex-vocalista do Faith No More, faleceu aos 57 anos de idade. Pessoas próximas do músico, deram a causa da morte com algo relacionado ao vício de drogas. Chuck gravou os dois primeiros discos do FNM (We Care A Lot e Introduce Yourself) e foi demitido da banda em 88 durante uma turnê na Inglaterra. Em seu lugar entrou Mike Patton, que se consagrou no disco seguinte, The Real Thing (89). Recentemente, Chuck Mosley se reuniu com os integrantes da banda e se apresentou nos Estados Unidos para divulgar o relançamento de "We Care A Lot", álbum de estreia do Faith No More, que saiu em versão deluxe, comemorando seus trinta anos. Chuck seguia com sua carreira solo e estava em processo de criação de seu novo álbum, que seria produzido por Matt Wallace, que também produziu os quatro primeiros discos do FNM. Matt falou sobre a morte de Chuck:
"Chuck foi um dos primeiros cantores a misturar rap e metal-hard rock. Eu disse isso para ele no nosso último almoço e ele parecia não acreditar no que eu estava dizendo. Tenho muito orgulho de ter trabalhado com ele e ter sido um de seus primeiros fãs"
Por meio de sua página oficial, o Faith No More também lamentou a fatalidade e falou um pouco sobre o que Chuck representava para o grupo. Leia um trecho:
"O seu entusiasmo, o seu senso de humor, o seu estilo e a sua bravura farão falta. Éramos uma família, uma família estranha e disfuncional, e vamos ficar eternamente gratos pelo tempo que tivemos com ele", Faith No More.

Chuck deixa esposa e duas filhas. Abaixo, preparamos uma homenagem com algumas das melhores interpretações dele com o Faith No More. Enjoy it!

TOP 5 Faith No More com Chuck Mosley

1- "We Care A Lot"

2- "As The Worm Turns"

3- "Faster Disco"

4- "Chinese Arithmetic"

5- "Arabian Disco"

Ozzy Osbourne volta ao Brasil em maio para sua última turnê mundial; saiba detalhes

Ozzy Osbourne comemora cinco décadas de estrada com turnê de despedida
A lenda OZZY OSBOURNE anunciou recentemente a sua última turnê mundial, festejando mais de cinco décadas de estrada (solo e vocalista do Black Sabbath, formado em 1968). O cantor cai na estrada em breve e chega no Brasil em maio para shows em quatro cidades. As datas são as seguintes: dia 13/05 em São Paulo (Allianz Parque), 16/05 em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), 18/05 em Belo Horizonte (Esplanada do Mineirão) e 20/05 no Rio de Janeiro (Apoteose). Para esta turnê, Ozzy volta a tocar com o guitarrista Zakk Wylde, além do baixista Blasko e de dois músicos que o acompanharam na turnê com o Black Sabbath: o ótimo Tommy Clufetos (bateria) e Adam Wakeman (teclados).
 
A turnê começará em 2018, com um show no México e depois partirá para a América do Sul, onde OZZY se apresentará em três países. Em seguida, um pulo de seis semanas na Europa para apresentações solo e em festivais, que está programado para 01 de junho de 2018 em Moscou, na Rússia. O amado ícone do rock posteriormente abrirá uma turnê norte-americana produzida pela Live Nation, cujos detalhes serão revelados em 2018.


SÃO PAULO (SP)
Data: Domingo, 13 de maio de 2018.
Local: Allianz Parque
Endereço: Rua Turiassú, 1840 – Perdizes - São Paulo
Abertura dos Portões: 16h
Horário do show: 21h30
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada. 
INGRESSOS
CADEIRA SUPERIOR: R$260 / R$130 (meia)
PISTA: R$360 / R$180 (meia)
CADEIRA INFERIOR: R$440 / R$220 (meia)
PISTA PREMIUM ELO: R$680 / R$340 (meia)

CURITIBA (PR)
Data: Quarta-feira, 16 de maio de 2018
Local: Pedreira Paulo Leminski
Endereço: R. João Gava, 970 – Abranches - Curitiba
Abertura dos Portões: 16h
Apresentação: 21h
Classificação etária: De 10 a 15 anos: Permitida a entrada acompanhado dos pais ou responsáveis legais. A partir dos 16 anos: Permitida a entrada desacompanhados.
INGRESSOS
PISTA: R$320 / R$160 (meia)
PISTA PREMIUM ELO: R$600 / R$300 (meia)

BELO HORIZONTE (MG)
Data: Sexta-feira, 18 de maio de 2018
Local: Esplanada do Mineirão
Endereço: Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 - Pampulha, Belo Horizonte
Abertura dos Portões: 16h
Horário do show: 21h
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada. 
INGRESSOS
PISTA: R$300 / R$150 (meia)
PISTA PREMIUM ELO: R$600 / R$300 (meia)

RIO DE JANEIRO (RJ)
Data: Domingo, 20 de maio de 2018
Local: Praça da Apoteose
Endereço: Prof. Darcy Ribeiro - Sambódromo/RJ
Abertura dos Portões: 16h
Horário: 20h30
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.
INGRESSOS
PISTA: R$350 / R$175 (meia)
PISTA PREMIUM ELO: R$680 / R$340

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Pavilhão 9 mantém DNA no ótimo "Antes Durante Depois", seu primeiro disco em 11 anos

Após longo hiato, Pavilhão 9 está de volta com novo disco de inéditas
PAVILHÃO 9
"Antes Durante Depois"
Deckdisc; 2017
Por Ricardo Alfredo Flavio


Onze anos se passaram desde o último disco, 'Público Alvo', e cinco anos após a última reunião (para o show no Lollapalooza/2012), eis que os camaradas aliados do Grajaú, Zona Sul de São Paulo, Rhossi e Doze, decidem se unir novamente e, com time totalmente novo, lançam outra pedrada no mercado, intitulada: 'Antes Durante Depois'!

Para uma banda que nunca escondeu a queda para, literalmente, meter o dedo na ferida, e, com a humildade de não querer mudar a cabeça de ninguém, mas, abrir os olhos de todos para a realidade, nesses onze anos de hiato, acumulou-se material farto para ser trabalhado e cuspido sem dó na cara dos acomodados. As críticas sociais e políticas estão todas aí, tinindo.

Desde que saiu o primeiro single, “Tudo Por Dinheiro”, lançado nas plataformas digitais e com clipe no YouTube em julho passado, e ouvindo todas as outras nove faixas que compõe o álbum, de duas coisas têm-se certeza, a contundência das letras, presentes desde o primeiro álbum, Primeiro Ato (1992) e o peso sonoro característico dos clássicos discos Cadeia Nacional (1997), Se Deus Vier, Que Venha Armado (1998) e Reação (2000) estão inalterados. Mesmice? Não! DNA próprio, bem definido e bem feito.


Para esse renascimento, Rhossi e Doze convocaram um time bom, composto por Heitor Gomes no baixo (ex-Charlie Brown Jr. e CPM22), Rafael Bombeck na guitarra, Leco Canali (ex-Tolerância Zero) na bateria e o DJ MF, que não poderia faltar, na mais importante banda do rap-metal-core brasileira.

Da marcação do baixo, a guitarra pesada e o scratch que abrem o disco com “Antes Durante Depois”, de letra que me parece autobiográfica, passando por cacetadas como o já citado primeiro single “Tudo Por Dinheiro”, ou as ótimas “Acredita Não Duvida” ou “Os Guerreiros” até o encerramento suave com “Na Malandragem”, temos dez faixas curtas e certeiras, sem enrolação, sem lenga-lenga, é pau puro, o melhor do gangsta rap tupiniquim em pleno 2017!

Te cuida Rage Against de Machine! Pavilhão 9 na área! Com promessa de turnê em todo o país e, esperamos, que a volta não seja efêmera.

sábado, 4 de novembro de 2017

No Rio, Green Day satisfaz público em show enérgico e de diversão garantida

Green Day trouxe ao Rio a turnê do novo disco, 'Revolution Radio' (Foto: Rom Jom)
Por Rom Jom

O trio californiano do Green Day fez uma noite memorável em seu primeiro show da turnê “Revolution Radio” no Brasil. Talvez a palavra certa seria “enérgico”. A banda passou a limpo toda a sua carreira da melhor maneira (e ordem!!). Aquele trio de rapazes queridos da MTV da década de 90 conseguem até hoje surpreender os novos e velhos fãs.

A casa não estava totalmente cheia, porém, foi o suficiente para emanar energia para todos os lados. Embalado com o som do Queen com “Bohemian Rhapsody” e “Blitzkrieg Bop” do Ramones – com direito a um coelho rosa animando a plateia – a banda surge com uma vitalidade que relembrou a primeira apresentação em terras cariocas em 1998 – quando ainda eram apenas um trio, e hoje possuem mais três músicos de apoio– saudando o público e enlouquecendo ao som de “Know Your Enemy” ,“Bang Bang” e “Revolution Radio” com direito a explosões e muitos fogos (E teve muito mais no decorrer da apresentação). As músicas novas foram recebidas muito bem, e aliás, são muito melhores ao vivo.

“Demorou sete anos para voltarmos! Vamos enlouquecer juntos!” Billie Joe está carismático e enérgico desde o primeiro segundo, e logo na primeira música já convida um fã para cantar com ele no palco, fato este que já virou marca da banda: a interação com os fãs em suas apresentações. E não foi a única. Em “Longview” um fã subiu assumindo o vocal e em “Knowledge” – cover do Operation Ivy – uma fã sobe para tocar guitarra e de quebra a leva de presente. Como assim, não? E esses não foram os melhores momentos do show. Não mesmo.

E o que dizer de “Holiday” e “Boulevard of Broken Dreams”, do idolatrado American Idiot (20004) cantadas em som uníssono por todos, com direito a 'paradinhas' no meio da música para milhares de agradecimentos aos presentes? O que em determinados momentos tiram um pouco a energia da apresentação, como em “Hitchin’ a Ride” (do excelente Nimrod de 1997), que no momento em que a música vai explodir, o grupo prolonga tanto que você até esquece em que momento ela parou. Mas até isso parece agradar ao público. Vai entender.
O animado Billy Joe, enrolado na bandeira do Brasil (Foto: Rom Jom)
O petardo Dookie de 1994 foi lembrado com duas ótimas dobradinhas: “When I Come Around” e “Welcome to Paradise” e quase no final do show com “Basket Case” e “She”, que convenhamos, fez todos os presentes muito felizes. Dá para perceber a sintonia perfeita de Mike Dirt (baixo) e Tré Cool (bateria) com os sons antigos. Nostalgia boa!

E mais próximo do fim tivemos uma versão mais do que longa de “King for a Day” com direito a medleys de “Satisfaction” do Rolling Stones até “Hey Jude” do Beatles com a banda inteira fantasiada. E ainda teve o saxofonista tocando “Garota de Ipanema” em seu momento solo. “Still Breathing” do novo álbum tira o público deste marasmo momentâneo seguida de “Forever Now” que fechou a primeira parte.

Ainda que não fosse surpresa, a banda retorna em um bis fenomenal com “American Idiot” e uma versão linda e mega acelerada de “Jesus of Suburbia”. E para deixar a noite ainda melhor Billie volta ao palco sozinho com o violão e fecha a noite tocando “21 Guns” e a excelente “Good Ridance”.

Uma das coisas ótimas é constatar que o Green Day se reinventa a cada turnê e consegue apresentar um número onde todos se divertem. Diversão fácil de ver e sentir - tando de banda quanto de público. Coisa rara hoje em dia. Todos felizes? Sem dúvida.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

De volta ao Rio com show próprio após nove anos, Megadeth é nostálgico e relevante

Mustaine liderou o Megadeth em show cheio de clássicos (Foto: Amanda Respício)
Por Pedro Nuccini

Mesmo sendo carta marcada no país, o retorno do Megadeth ao Rio após quatro anos guardava algumas novidades. A banda esteve aqui como abertura para o Sabbath em 2013, mas desde 2008 não se apresenta na cidade com show próprio. Então a noite reservava boas novas, principalmente na formação da banda, que apresentava pela primeira vez ao público carioca, o guitarrista Kiko Loureiro, que parece estar mais ambientado que nunca ao grupo liderado por Dave Mustaine. Da formação clássica, que gravou quatro álbuns - contando o petardo Rust in Peace e o ótimo Countdown To Extinction - há além de Mustaine, o baixista David Ellefson.

O show começou na melhor forma possível, com "Hangar 18", seguindo para algumas pancadas dos primeiros trabalhos ("Wake Up Dead", "In My Darkest Hour") e alguns hits que já completam vinte anos, como é o caso de "Trust", um dos últimos sucessos do grupo com participação do saudoso Nick Menza, falecido no ano passado. Mesmo divulgando seu novo trabalho, o já respeitado por crítica e público, Dystopia, a apresentação desta noite é marcada por um caráter nostálgico. Do último álbum, quatro canções são apresentadas (com destaque para a ótima "The Threat is Real"), no entanto, a noite ganha forma quando eles trazem ao público aquela banda que fez parte da programação da MTV nos anos noventa. De Youthanasia, a já esperada "A Tout Le Monde", e outra nem tão esperada assim, mas grata presença: "Sweating Bullets" (do disco Countdown). Outro destaque no repertório foi a presença de "Mechanix", canção escrita por Mustaine na época em que integrava o Metallica, e que inclusive foi lançada por sua ex-banda com o título de "The Four Horsemen".

Kiko Loureiro foi um dos mais exaltados pelo público (Foto: Amanda Respício)
Sobre a estreia de Kiko Loureiro no Rio, podemos dizer que não teria um quadro melhor para o guitarrista, já que o mesmo parece possuir um fã-clube próprio, que o deixa totalmente à vontade para mostrar toda a virtuose que o marcou como um dos grandes instrumentistas da história - dando a impressão em alguns momentos que ele e não Dave, é o guitarra número um da banda. Além de Kiko, o destaque vale também para o baterista Dirk Verbeuren, que substituiu de vez Chris Adler do Lamb Of God. Na cantoria do público no refrão do hino supra sumo do thrash metal "Holy Wars", fica provado que mesmo após trinta anos e um monte de passagens pelo Brasil, um show do Megadeth continua tendo uma relevância indiscutível para as novas e antigas gerações de fãs.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Saiba como ganhar ingressos para o show do Jack Johnson no Rio

Jack Johnson volta ao Brasil para apresentar seu novo disco
Jack Johnson está de volta ao Brasil. Um dos mais festejados cantores e compositores de sua geração, o artista havaiano traz para o país a turnê de lançamento de seu mais novo álbum, All the Light Above It Too, lançado nas plataformas digitais no dia 8 de setembro. Dono de sucessos como “Upside Down”, “Flake”, “Sitting, Waiting, Wishing”, “If I Had Eyes”, “You and Your Heart”, “Taylor”, “Better Together”, “Good People” e “Breakdown”, Jack Johnson se apresenta no Rio de Janeiro, dia 05 de novembro, na Jeunesse Arena, e em São Paulo, dia 07 de novembro, no Espaço das Américas.

Com 16 anos de carreira, Jack Johnson possui seis álbuns de estúdio e um álbum ao vivo, além da participação em várias trilhas sonoras de filmes como  “Thicker Than Water”, “September Sessions” e “Curious George”. Ao todo, ele já vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo inteiro. O músico também é conhecido como um dos principais ativistas ambientais do meio artístico mundial.

Ganhe ingressos para o show do Jack Johnson no Rio

Em mais uma parceria entre a MOVE Concerts e o site Rock On Board, um sortudo poderá levar 1 par de ingressos para assistir esse showzaço no dia 5 de novembro no Vivo Rio. Para concorrer basta curtir ROCKONBOARD no facebook e compartilhar esta imagem na sua timeline. Resultado no dia 03 de novembro.

JACK JOHNSON NO RIO DE JANEIRO
Data: 5 de novembro
Local: Jeunesse Arena
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca
Horário: 17h30h (abertura dos portões)
Ingressos: 
Pista Premium BudZone: R$400 / R$200 (meia-entrada)
Pista: R$240 / R$120 (meia-entrada)
Nível 1: R$300 / R$150 (meia-entrada)
Nível 3: R$180 / R$90 (meia-entrada)
Camarote: R$380 / R$190 (meia-entrada)