Quantum traz orgulho para Baixada Fluminense no Rock In Rio

Foto: Tarcísio Chagas / Rock On Board

Oriunda da Baixa Fluminense, a banda sobe ao palco e já mete o pé na porta, abrindo o show com a música "tal, tal, tal", um nu metal de extrema qualidade. A segunda música foi a inédita “Perdida” com a vocalista Lo Ferrera alternando vozes guturais com as vozes limpas, agradando a todos os gostos.

O quinteto mostrou um pouco de timidez, normal, para quem está começando e de cara acaba tocando no Rock in Rio, mas é fato que o futuro deles é bem promissor, vide o talento individual de cada um.


Outro fato que chamou atenção foi o bom público presente no Palco Favela. Tinha bastante gente para assistir o Quantum, em comparação a outros shows que vi nessa edição e em outras do festival.

A felicidade estampada no rosto desses meninos era genuína e foi um momento que pode marcar o início de uma carreira brilhante. Talento eles tem de sobra, com um pouco mais de experiência, podemos ter uma banda gigante em pouco tempo.

Tarcísio Chagas

O sequestro aconteceu nos anos 80, sem aviso prévio. A vítima? Tarcísio Chagas. O álibi? Um tal de "As Aventuras Da Blitz". O crime perfeito. Mas foi só em 1984, com a compra do disco "Animalize" do KISS, que veio o batismo de fogo — e aí já era: alma entregue ao Rock para sempre. Hoje, Tarcísio transita com naturalidade entre a fúria do Hard Rock, a pegada do Metal, a alma do Soul e a levada do Reggae. Já teve suas palavras espalhadas por terrenos sagrados como Confere Rock, o site do Igor Miranda e Rock Vibrations — e por onde passa, deixa riffs e memórias.

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