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Em show de altos e baixos, Sublime With Rome agrada plateia com hits antigos

O simpático Rome Ramirez no show do Sublime no Rio [Foto: Rom Jom]
Por Rom Jom

Em mais uma turnê por terras tupiniquins O Sublime With Rome passou pelo Rio de Janeiro na nova casa de show da cidade, o HUB. A casa é bem confortável e possui opções bem bacanas para comer, como foodtrucks, porém, precisa se estruturar melhor nos acessos de entrada para o público; a demora e a fila confusa gerou desconforto para quem entrava, ainda mais, debaixo de chuva.

O show começou com um leve atraso mas não incomodou o público que lotava o lugar. Rome, que teve a tarefa de ocupar o lugar do saudoso Bradley Nowell, subiu no palco acompanhado de Eric Wilson, baixista e Carlos Verdugo na bateria. Durante toda a apresentação, o vocalista esbanjou simpatia com o publico, mesmo que a plateia presente estivesse aparentemente mais preocupada em gravar vídeos para as suas redes sociais.

O repertório pôs todos os seus hits da década de 90 a tona como "Date Rape", "Wrong Way" e "Garden Grove" - que apareceram logo na primeira parte do show. Muitos cantaram com a banda neste inicio, mas a aposta do Sublime em aumentar o tamanho das músicas de seus últimos trabalhos como “Murdera” e “Panic”, por exemplo - ambas do álbum Yours Truly, de 2011 -, acabou dispersando um pouco a atenção da plateia, que como citado anteriormente, parecia mais preocupada com selfies e não com o show em si.

A interação do público voltou de forma mais branda, quando o Sublime atacou de "Badfish", com "Let’s Go Get Stoned" na sequência  e "Doin'Time". O início do bis com um cover de The Jesus and Mary Chain ("Never Understand") passou batido e sem muito clamor popular. Já "What I Got" e a chiclete "Santeria" enfim alimentaram a vontade de boa parte do publico em querer participar do show. E como a última impressão também é a que fica, todo mundo saiu satisfeito no fim das contas.

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