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Far From Alaska fala com exclusividade sobre um dos discos mais aguardados do ano

Foto: Murilo Amancio
Far From Alaska já iniciou a pré-venda de seu novo disco, "Unlikely"
Por Bruno Eduardo

Com 'Mode Human', lançado em 2014, o Far From Alaska encabeçou a lista das mais originais bandas de rock surgidas nesta última década - com direito a prêmio na França e aparições em grandes festivais como Planeta Terra, Lollapalooza Brasil e Maximus Festival. Após quase três anos de estrada, a banda resolveu se concentrar no próximo passo, que é o lançamento de seu segundo disco de estúdio. Para isso, o grupo potiguar passou três semanas em Ashland (EUA) com a renomada produtora Sylvia Massy, que coleciona em seu currículo, nomes como System Of A Down, Red Hot Chili Peppers, R.E.M. e Foo Fighters. O resultado desse processo é 'Unlikely', que já está em pré-venda e pode ser adquirido AQUI. A banda criou um projeto de crowdfunding e vai presentear os fãs que incentivarem o álbum. Quem comprar 'Unlikely' na pré-venda, terá a opção de escolher alguns brindes legais, como o próprio álbum autografado pela banda e utensílios, como moletons, camisetas e bonés.  

Para saber mais detalhes sobre um dos discos mais esperados do ano, conversamos com a simpática Cris Botarelli, que concedeu essa exclusiva ao Rock On Board. Para ela, 'Unlikely' é um disco menos tímido e sério que seu antecessor, 'Mode Human'. "É a cara da banda!", afirma. O ano de 2017 ainda reserva outros vôos para o grupo. Além do novo disco, o Far From Alaska também está confirmado no conceituado Download Festival, que acontece em Paris no mês de junho, que nessa edição vai reunir nomes como System Of A Down, Linkin Park, Mastodon, Green Day, entre outros. 

Sobre o novo disco: quando é pra ser pesado, é muito pesado. Quando é música de cantar junto, é música de cantar de olho fechado. E quando é dançante, é tipo balada. (Cris Botarelli) 

E aí, já terminaram a gravação do novo disco?

Já terminamos sim! Terminamos lá mesmo em Ashland (EUA) e já começamos a receber as primeiras mixagens prontas. Na verdade, foi tudo muito rápido. Vinte dias pra produzir e gravar tudo.

Vocês gravaram quantas músicas?

Gravamos 12 músicas. 

Como chegaram nessa decisão de gravar o disco nos Estados Unidos?

Nós gravamos o primeiro disco aqui no Brasil, no estúdio Tambor, da Deck. Esse primeiro disco foi produzido por nós mesmos, então pra esse segundo álbum nós queríamos experimentar o fato de sermos produzidos por alguém. E aí começamos uma busca de nomes que achávamos que se encaixariam na nossa "vibe" de banda. Foi quando surgiu o nome da Sylvia Massy e foi paixão à primeira vista.
Foto: Murilo Amancio
Far From Alaska com a produtora Sylvia Massy (centro) 
Aqui no Brasil nós não temos muitas produtoras mulheres. O fato da Sylvia ser um nome de muita representatividade na área, sendo uma influência feminina pesou muito nessa escolha?

Sim. O lance da representatividade é muito importante! Desde a adolescência eu admiro o trabalho dos produtores musicais. Sempre foi uma coisa que gostaria de fazer, mas nunca tive um modelo feminino pra me espelhar, por exemplo. Isso é provavelmente bem comum em várias outras meninas que, como eu, eram adolescentes nos anos 2000. Hoje é mais fácil o acesso, com tantos fóruns e comunidades na internet, etc. Por essas e outras é que foi muito importante pra gente a escolha da Sylvia. Além disso, vem, por óbvio, o fato de que ela é absolutamente incrível no que faz.

E como vocês conseguiram chegar até ela?


A gente chegou no nome dela através de um amigo do nosso empresário, que é engenheiro de som e trabalha com ela. Ele soube que estávamos à procura de um produtor pra o nosso próximo disco e mostrou o som pra ela (antes mesmo de falar conosco). Ela curtiu o nosso trabalho ao ponto de ser uma banda com a qual ela trabalharia. Ela é bem criteriosa nas bandas que escolhe pra trabalhar, nega muitos trabalhos, então isso também foi outra coisa muito legal pra gente. Ficamos muito honrados!

E qual foi a contribuição dela no processo de criação do disco? 

Cara, ela é realmente um gênio. Gosta muito de experimentação e de fazer coisas não convencionais na hora da gravação, o que é muito nossa cara! (risos)
Foto: Murilo Amancio 
Banda no estúdio com Sylvia Massy, gravando o novo disco, "Unlikely"
O que você poderia falar do resultado desse disco?

Nós estamos muito, muito, muito felizes com o resultado desse disco! Ficou exatamente como gostaríamos e acho que finalmente conseguimos chegar num som que é a nossa cara tanto como banda quanto como indivíduos que gostam de coisas bem diferentes. Isso é realmente o máximo! 

Para situar os fãs da banda, como você define Unlikely comparando ao primeiro disco de vocês, Mode Human?

Em relação ao disco anterior, acho que esse novo está bem menos sério, menos tímido. Quando é pra ser pesado é muito pesado, quando é música de cantar junto, é música de cantar junto de olho fechado, sabe? Quando é dançante, é tipo balada, e é isso aí. É o que é. Acho que a galera vai curtir muito porque vai conseguir sentir a gente de verdade! Bem, pelo menos é isso que espero que aconteça.

E por que 'Unlikely'?

Tem a ver com a nossa história. O fato de tocar rock no Brasil, no Nordeste, em Natal. O fato de não gostarmos das mesmas músicas, mas mesmo assim conseguirmos nos entender na hora de compor. Por outro lado, o disco em si é tudo o que inclui na campanha dele, que vamos começar e que vai ter seus motivos para ser "unlikely". Aguardem!

Um comentário:

  1. Será um discaço! Já contribuí na vaquinha e estou esperando ansiosamente o meu!

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