Se você já foi a um show do AC/DC, sabe: quando as luzes do estádio se apagam, milhares de pequenos chifres vermelhos começam a piscar na multidão. É como se o público inteiro se transformasse numa extensão do palco. No Brasil, as imagens do público com os chifrinhos estão viralizando e causando uma ansiedade em quem ainda vai aos próximos shows deles.
⚡ A origem dos chifrinhos
Os famosos “devil horns” luminosos se popularizaram nos anos 2000 como merchandising oficial da banda. Inspirados na estética irreverente do AC/DC — que sempre flertou com a iconografia do “diabo” de forma lúdica — os acessórios rapidamente viraram marca registrada dos shows.
A ideia é simples: transformar o público em parte do espetáculo. Quando o estádio inteiro acende ao som de “Highway to Hell”, o impacto visual é tão poderoso quanto os riffs de Angus Young.
Hoje, não é apenas um acessório. É um ritual.
⚡ Por que os fãs usam?
Mais do que estética, os chifrinhos representam:
- Identificação com a banda
- Espírito rebelde do rock
- Participação ativa no show
- Experiência coletiva
É o equivalente rock’n’roll de acender isqueiros nos anos 80 — só que muito mais fotogênico.
⚡Onde comprar e quanto custam os chifrinhos do AC/DC?
Após assistirem o nosso vídeo de cobertura do primeiro show do AC/DC no Brasil, muitos fãs enviaram mensagens perguntando se os chifrinhos eram distribuídos no estádio - como o Coldplay faz com as famosas pulseiras. A resposta é não. No entanto é fácil conseguir um. Nos arredores do MorumBis, vendedores ambulantes estão vendendo esse chifrinho, por preços que variam de R$20 a R$35. Os valores dependem do acabamento. Tem chifrinhos que piscam, e outros que você liga e fica aceso de forma fixa, com o nome AC/DC em destaque.
Quem vai aos próximos shows no Brasil, a dica é tentar garantir antes do show, na porta do estádio.
⚡ Um símbolo que vai além do palco
O AC/DC construiu uma carreira baseada em riffs diretos, refrões explosivos e uma identidade visual inconfundível. Os chifrinhos são parte dessa mitologia. Quando 60 ou 70 mil pessoas levantam os braços ao mesmo tempo, o show deixa de ser apenas musical — vira um espetáculo coletivo.
E talvez seja exatamente isso que o rock sempre prometeu: comunhão, energia e barulho suficiente para iluminar a noite.
Se você vai ao show, já sabe.
Se não vai… pelo menos entende por que o estádio inteiro brilha em vermelho. 🤘🔥
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