Oranssi Pazuzu lança videoclipe para novo single 'Muuntautuja'

Foto: Rainer Paananen

Os mestres finlandeses do metal psicodélico, ORANSSI PAZUZU, estão de volta com uma nova obra-prima sonora, quatro anos após o lançamento do aclamado álbum Mestarin kynsi. A banda acaba de lançar o videoclipe de seu novo single, 'Muuntautuja', uma jornada alucinante que funde elementos de Black Metal, Psicodelia e Música Eletrônica em uma massa sônica convulsionante, capaz de transportar o ouvinte para dimensões desconhecidas.

Conhecidos por sua abordagem ousada e inovadora, o ORANSSI PAZUZU busca inspiração em uma ampla gama de artistas, desde os experimentais Death Grips e Beherit até os icônicos Portishead, Nine Inch Nails (período Downward Spiral) e My Bloody Valentine. O resultado é um verdadeiro banquete para os amantes da música pesada, profunda e experimental. 'Muuntautuja' é a prova disso, com seu som desumano e biológico, carregado de energia elétrica e elementos orgânicos e inorgânicos.

O título da música, 'Muuntautuja', significa "metamorfo" em finlandês, refletindo a constante evolução e quebra de barreiras propostas pela banda em seu som. Este single é apenas o primeiro vislumbre do que está por vir no próximo álbum do ORANSSI PAZUZU, previsto para ser lançado no outono de 2024. Os fãs podem aguardar mais novidades em breve.

Em um comunicado, a banda compartilhou: "Após três anos de fermentação lenta e experimentação esclarecedora do espaço-tempo, apresentamos a vocês Muuntautuja - O Metamorfo, uma nova música de nosso próximo álbum. Permita que ela abra seu crânio em direção ao vazio e o guie ao estado intoxicante de transformação."



Ricardo Cachorrão

Ricardo “Cachorrão” é o velho chato gente boa que não pede licença pra gostar de música. Viciado em rock and roll, formou opinião longe de rádio, longe de MTV e perto demais de pilhas de discos e revistas. Tem alergia a banda cover, respeito profundo por discos obscuros do Frank Zappa e ainda sai sorrindo de um show do Iron Maiden — mas é no calor, no barulho e no caos dos buracos punk da periferia que se sente vivo de verdade. Já escreveu para Rock Brigade, Kiss FM, Portal Rock Press e a Revista Eletrônica do Conservatório Souza Lima. Está no Rock On Board desde o começo — e não pretende sair tão cedo.

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