One Last Hope prepara novo álbum e lança o primeiro single, Covarde



O quarteto punk/hardcore paulistano One Last Hope está de volta com um porção de novas músicas, parte do primeiro full album, que exaltam melodias, riffs com pegada e letras com mensagens bastante urgentes à sociedade. O primeiro single é Covarde, que aborda a covardia da violência doméstica e como a sociedade por tantas vezes culpa a vítima.

Ouça Covarde aqui, já nas plataformas de streaming com distribuição da Tratore: https://tratore.ffm.to/covarde.

Com distintas dinâmicas, a One Last Hope traz tanto passagens introspectivas como expansivas em Covarde, numa sonoridade de montanha russa que dialoga diretamente com a densidade da letra e sua mensagem.

Covarde começa com dedilhados mais melódicos vai esquentando até explodir no refrão mais rápido e direto.

"É uma violência não raramente silenciosa, que acontece onde ninguém vê. Essa música é alerta sobre o tema e mostra o quanto nós, como indivíduos e banda, somos contra. É preciso denunciar os abusadores, é preciso punir as pessoas violentas", destaca a banda.

Mais singles serão lançados em breve, fiquem atentos!

Este é o primeiro lançamento da One Last Hope após o EP homônimo de estreia, de 2019, com cinco músicas. A banda está na ativa desde 2015.

As principais referências são Bad Religion, A-ok, Pennywise, CPM22, FullHeart, Millencolin,Dead Fish,Sugar Kane, Audio, Propagandhi, Samiam e Street Bulldogs.

"A música é uma forma de externar sentimentos e pensamentos, escrevemos o que vivemos e sentimos e acreditamos que essa é a essência do Rock/Punkrock/Hardcore", eles comentam.

One Last Hope é

Romulo Cybis - Voz e Guitarra
Fellipe Scripilliti - Bateria e Voz
Danilo Galindo - Baixo
Daniel Silveira - Guitarra



Ricardo Cachorrão

Ricardo “Cachorrão” é o velho chato gente boa que não pede licença pra gostar de música. Viciado em rock and roll, formou opinião longe de rádio, longe de MTV e perto demais de pilhas de discos e revistas. Tem alergia a banda cover, respeito profundo por discos obscuros do Frank Zappa e ainda sai sorrindo de um show do Iron Maiden — mas é no calor, no barulho e no caos dos buracos punk da periferia que se sente vivo de verdade. Já escreveu para Rock Brigade, Kiss FM, Portal Rock Press e a Revista Eletrônica do Conservatório Souza Lima. Está no Rock On Board desde o começo — e não pretende sair tão cedo.

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