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Que pancada! Álbum de estreia do Hammathaz é metal extremo técnico e certeiro

Hammathaz chega ao seu primeiro álbum full [Foto: Marco Vaz]

Hammathaz

The One
⭐⭐⭐⭐ 5/5

Por  Ricardo Cachorrão Flávio 


Após 15 anos de estrada, algumas demo tapes, EP’s e singles, o desafio do primeiro disco completo se concretiza em meio a pandemia, e chega ao mercado “The One”, álbum destruidor da banda sorocabana HAMMATHAZ.


Lançado simultaneamente na Europa e no Brasil, através dos selos Defense Records, na gringa, e Voice Music, por aqui, o trabalho mostra uma banda que sabe o que quer e que se dedicou para trilhar o caminho escolhido com competência. Banda que nasceu seguindo influências de classic rock, metal e progressivo, chegando a lançar trabalhos que caminhavam em direção ao metal progressivo, com músicas longas e mais trabalhadas, após mudanças na formação optaram por mais peso e canções mais diretas, na veia, com vocal gutural bem colocado. E assim é The One, um soco no estomago bem dado.


Com a formação que conta hoje com Thiago Pasqualini nos vocais, Anderson Andrade, membro fundador, no baixo, Rodrigo Marietto e Thales Statvicius nas guitarras e Lucas Santos na bateria, é importante frisar: tem mais peso, tem gutural, faixas mais curtas, tudo extremo, mas, tudo muito bem feito e bem gravado.


The One nos brinda com 9 faixas certeiras e pouco mais de meia hora de som, deixando a certeza de que assim que for possível o retorno aos palcos, a banda tem tudo para arrebentar. Da abertura com a ótima “Farewell” ao encerramento com “The End”, não existe tempo para respirar e a rapaziada não amacia em momento algum, é pau puro! Uma verdadeira avalanche sonora, guiada por riffs cortantes e bem colocados sobre uma parede criada pela ótima cozinha formada por Anderson e Lucas.


Metal extremo, porém muito técnico, que se deixa ouvir do início ao fim, sem se tornar enfadonho. Um disco equilibrado e que, em minha visão, não tem altos e baixos, é inteiro no mesmo nível, ouça qualquer das boas faixas, e estará bem representado, da abertura ao encerramento, passando pelo primeiro single “New Blood”, ou a sequência “Bringing Hell”, tudo aqui vale a pena.

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