O Escritório: os “CLT da Sony” levam rock e diversão ao Palco Supernova do Rock in Rio

Foto: Tarcísio Chagas / Rock On Board

Quando funcionários da gravadora Sony Music perceberam que a afinidade musical entre eles poderia ir além das conversas sobre música, resolveram transformar a ideia em realidade e criaram a banda O Escritório.

No Palco Supernova, os “CLT da Sony” deram o pontapé inicial na apresentação com versões de “Exagerado”, de Cazuza, e “Beat It”, de Michael Jackson. Logo ficou claro que a proposta era não levar a brincadeira tão a sério — mas tocar sério.

“Toxic”, de Britney Spears, ganhou uma versão devidamente aditivada por uma guitarra bem pesada, mostrando que até um dos maiores hits pop dos anos 2000 pode ganhar uma roupagem roqueira.

Por causa da forte chuva que castigava a Cidade do Rock, o público não foi dos melhores. Mas, em termos de qualidade, O Escritório fez sua parte com louvor. E, pelo jeito, a quantidade de pessoas na frente do palco era o que menos importava para a banda. Eles estavam ali para se divertir — e se divertiram.

Ainda um pouco tímidas, as vocalistas conversaram com o público antes de mandar “Saideira”, do Skank. E foi impossível não pensar: eu tinha me esquecido de como essa música é legal.

Coincidentemente, ela também foi a saideira do pequeno — e divertido — show dos CLT da Sony.

Valeu, O Escritório!

Tarcísio Chagas

O sequestro aconteceu nos anos 80, sem aviso prévio. A vítima? Tarcísio Chagas. O álibi? Um tal de "As Aventuras Da Blitz". O crime perfeito. Mas foi só em 1984, com a compra do disco "Animalize" do KISS, que veio o batismo de fogo — e aí já era: alma entregue ao Rock para sempre. Hoje, Tarcísio transita com naturalidade entre a fúria do Hard Rock, a pegada do Metal, a alma do Soul e a levada do Reggae. Já teve suas palavras espalhadas por terrenos sagrados como Confere Rock, o site do Igor Miranda e Rock Vibrations — e por onde passa, deixa riffs e memórias.

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