Terror, potência do hardcore mundial, retorna a São Paulo em janeiro de 2026

Foto: Divulgação

Terror, de Los Angeles (EUA), sempre foi sinônimo de hardcore potente, com mensagens diretas e com riffs metálicos e breakdowns alucinantes. Desde sua formação, em 2002, a banda demonstra um nível de dedicação inabalável, incomparável dentro da cena mundial. E enfim chegou a hora do retorno ao Brasil em janeiro de 2026, onde o Terror tem uma sólida base de fãs.

Serão dois shows: em São Paulo, dia 25/01, no City Lights Hall, e dia 24/01 em Curitiba, no Belvedere. A turnê é uma realização da ND Productions.


O show do Terror é energia pura do começo ao fim do show. O frontman Scott Vogel é a figura de comando, sempre envolvente, puxando o público, exigindo participação, transformando a plateia em parte ativa do espetáculo.

O repertório ao vivo é outro ponto alto da vitoriosa carreira do Terror. A banda equilibra o set entre faixas antigas que os fãs esperam e músicas mais recentes, tornando o show acessível tanto para quem acompanha desde os primeiros álbuns como para quem descobriu a banda mais recentemente.

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Com oito álbuns de estúdio, além de uma série de discos ao vivo, splits, compilações e EPs no currículo, os veteranos representam o elo entre o hardcore old school e a nova geração. Os membros fundadores ainda ativos são Scott Vogel (vocais) e Nick Jett (bateria).

O último lançamento do Terror foi Pain Into Power, de 2022, com uma mensagem direta e intensa de resistência em um mundo que pouco inspira algo além disso. É uma mão estendida aos desiludidos e um gesto de rebeldia direcionado às autoridades que vêm destruindo a sociedade como a conhecemos.

SERVIÇO

Terror retorna a São Paulo em janeiro de 2026

Data: domingo, 25 janeiro de 2026
Horário: 16h (abertura da casa)
Local: City Lights Music Hall (R. Padre Garcia Velho, 61 - Pinheiros, São Paulo)

Valores: Meia Entrada / Solidária / Estudante: R$ 160,00 (1º lote); Inteira: R$ 320,00 (1º lote)



Ricardo Cachorrão

Ricardo “Cachorrão” é o velho chato gente boa que não pede licença pra gostar de música. Viciado em rock and roll, formou opinião longe de rádio, longe de MTV e perto demais de pilhas de discos e revistas. Tem alergia a banda cover, respeito profundo por discos obscuros do Frank Zappa e ainda sai sorrindo de um show do Iron Maiden — mas é no calor, no barulho e no caos dos buracos punk da periferia que se sente vivo de verdade. Já escreveu para Rock Brigade, Kiss FM, Portal Rock Press e a Revista Eletrônica do Conservatório Souza Lima. Está no Rock On Board desde o começo — e não pretende sair tão cedo.

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