Tchandala questiona a finitude humana no novo single/clipe Continuous Flow

Divulgação

Com 28 anos de uma sólida carreira como uma das bandas mais atuantes de todos os tempos do heavy metal em Sergipe, a Tchandala lança o primeiro single do próximo disco de estúdio. A nova música é 'Continuous Flow', um mergulho no intricado tecido do tempo, questionando a relação do homem com o passado, presente e futuro.

Ouça no streaming aqui: https://onerpm.link/284054210482.

'Continuous Flow', um heavy metal clássico, com cativantes melodias, fala sobre os desafios do pensamento sobre o tempo e, como consequência, refletir sobre a própria existência humana, a partir de pensamentos de Agostinho de Hipona e Heráclito de Éfeso.

Em um profundo mergulho filosófico, o heavy metal da banda reflete sobre a eternidade, a transformação constante e a fluidez da vida. Prepare-se para uma jornada emocional e introspectiva para explorar o mistério que permeia a existência!

Dejair Benjamim, fundador e vocalista da banda, comenta sobre a canção. "Essa música busca questionar e refletir sobre o tempo e suas relações com o homem: passado, presente, futuro, vida, morte, permanência, finitude. O ponto de partida é a pergunta agostiniana. O ponto de chegada, se existir, é a reflexão de cada um de nós sobre o mais inquietante e misterioso elemento de nossa existência".

Junto ao single, o Tchandala lança um videoclipe da nova música, que pode ser conferido aqui:



O clipe foi gravado nas ruínas da Igreja Nossa Senhora de Nazaré em São Cristóvão, cidade histórica do interior de Sergipe, com trechos na praia da Cinelândia, na capital Aracaju.

Nova formação

Agora, Dejair Benjamim (vocal), Siuari Damaceno (guitarra) e Eddie Varg (guitarra) ganham a companhia do baixista Sandro Souza e do baterista Jonathas Santos.

Sandro Souza é nome conhecido no Tchandala. Ele tocou na banda entre 1999 e 2020, retornando ao posto mais experiente e técnico. Já Jonathas Santos traz a experiência de tocar em várias bandas covers de Sergipe.



Ricardo Cachorrão

Ricardo “Cachorrão” é o velho chato gente boa que não pede licença pra gostar de música. Viciado em rock and roll, formou opinião longe de rádio, longe de MTV e perto demais de pilhas de discos e revistas. Tem alergia a banda cover, respeito profundo por discos obscuros do Frank Zappa e ainda sai sorrindo de um show do Iron Maiden — mas é no calor, no barulho e no caos dos buracos punk da periferia que se sente vivo de verdade. Já escreveu para Rock Brigade, Kiss FM, Portal Rock Press e a Revista Eletrônica do Conservatório Souza Lima. Está no Rock On Board desde o começo — e não pretende sair tão cedo.

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