Fin del Mundo confirma mais dois shows no Brasil: Goiânia (GO) e Brasília (DF)

Foto: Flor Petra

Inédito giro brasileiro da banda feminina argentina passará também por São Paulo (1/03) e São José dos Campos (8/03)

Mais dois shows acabam de ser anunciados na inédita turnê da banda argentina Fin del Mundo pelo Brasil em março: o quarteto feminino de rock alternativo também se apresentará dia 2/03 em Brasília (DF), no Infinu, e dia 3/03 em Goiânia (GO), no Casamarela Bar, além dos anteriormente anunciados shows em São Paulo (1/03, no Sesc Avenida Paulista) e em São José dos Campos (8/03, Sesc São José dos Campos).

A turnê é uma realização da Brain Productions Booking, que entre outubro e novembro de 2023 levou a Fin del Mundo a uma vitoriosa turnê pela Europa, com seis shows que tiveram ingressos esgotados.



Fenômeno da cena alternativa argentina, Fin del Mundo foi formada em 2019 em Buenos Aires (Argentina), com raízes na Terra do Fogo e Chubut, no sul da Patagônia. A formação é Julieta Limia (Tita), na bateria, Julieta Heredia, na guitarra, Yanina Silva, no baixo, e Lucía Masnatta, na guitarra e voz principal.

Elas trazem ao Brasil a turnê do disco 'Todo va hacia el mar', lançado no fim de 2023 pela Spina Records, que compila pela primeira vez em formato digital e físico, seu EP autointitulado (2020) e o EP 'La ciudad que dejamos' (2022).

Sua mistura requintada de post-rock emocional, shoegaze, dream pop e indie rock permitiu que elas se posicionassem como uma das bandas mais interessantes da cena musical independente latino-americana em muito pouco tempo.

Não à toa, na Europa, a Fin del Mundo participou de um programa da RTVE, a maior televisão da Espanha (assista aqui).

Vale destacar que o Fin del Mundo foi sucesso imediato na rádio norte-americana KEXP: sua sessão ao vivo ultrapassou a marca de +1 milhão de visualizações em pouco menos de 9 meses. Confira aqui:


Saiba mais sobre a banda: www.instagram.com/lasfindelmundo.



Ricardo Cachorrão

Ricardo “Cachorrão” é o velho chato gente boa que não pede licença pra gostar de música. Viciado em rock and roll, formou opinião longe de rádio, longe de MTV e perto demais de pilhas de discos e revistas. Tem alergia a banda cover, respeito profundo por discos obscuros do Frank Zappa e ainda sai sorrindo de um show do Iron Maiden — mas é no calor, no barulho e no caos dos buracos punk da periferia que se sente vivo de verdade. Já escreveu para Rock Brigade, Kiss FM, Portal Rock Press e a Revista Eletrônica do Conservatório Souza Lima. Está no Rock On Board desde o começo — e não pretende sair tão cedo.

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