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ROCKONBOARD: Os 40 Melhores Discos de 2017

Confira a lista com os 40 melhores discos de 2017
Uma lista de melhores discos do ano existe para ser contestada, comemorada, repassada e - principalmente - discutida. Não existe lista incontestável, assim como não existem listas sem surpresas e obviedades. Entre gigantes do mainstream e anônimos da cena independente, a equipe do Rock On Board se designou a tratar o gênero sem distinções. Abaixo, separamos os 40 discos que ganharam destaque em nossa redação, separados apenas entre gringos e nacionais. Lembrando que a ordem dos fatores não altera o produto. Divirta-se.

Bruno Eduardo 



INTERNACIONAL
 
AT THE DRIVE IN (In•ter a•li•a)
O primeiro disco da banda após 17 anos conseguiu ser uma sequência mais do que perfeita para o sublime 'Relationship of Command' (2001). Faixas como "Holtzclaw" e "Torrentially Cutshaw", comprovam que mesmo depois de tanto tempo o entrosamento segue afiado, e que a participação do produtor Rich Costey (Muse, Foo Fighters) foi fundamental para o resultado final. 
CAVALERA CONSPIRACY (Psychosis)
Podemos dizer que os irmãos Cavalera conseguiram um verdadeiro supra sumo de suas carreiras nesse quarto disco de estúdio do Cavalera Conspiracy. Num trabalho incrivelmente coeso, eles reuniram algumas excelências de thrash ("Insane"), groove ("Impalement Execution") e death metal ("Judas Pariah") para headbanger nenhum botar defeito. São nove pedradas de quilate inquestionável.
CRYSTAL FAIRY (Crystal Fairy)
Dê uma olhada nesse time: Buzz Osbourne e Dale Crover (guitarra e bateria do Melvins), Omar Rodriguez-Lopez (At The Drive-In, Mars Volta) e Teri Gender Bender, vocalista da banda mexicana Le Butcherettes. Esse é o novo supergrupo da praça, o Crystal Fairy, que de primeira já nos presenteou com essa joia esporrenta e brutal. Presença mais do que certa em nossa lista do ano.
DIABLO SWING ORCHESTRA (Pacifisticuffs)
O Diablo Swing Orchestra ficou conhecido por misturar metal e rock com músicas de cabaré, canto lírico, riffs de guitarra, e no meio disso tudo, tentar fazer temas sombrios soarem o mais divertido possível. Neste novo trabalho, a banda aparece mais consciente de sua capacidade musical, e apresenta uma enorme variedade de ritmos numa profusão sensacional de arranjos e melodias.
DROPKICK MURPHYS (11Shorts Stories of Pain & Glory)
Esse é o nono álbum de estúdio dessa excelente banda de celtic punk formada no estado de Massachusetts nos anos noventa. Dessa vez, a banda preferiu se isolar no Texas para gerar 11 hinos incontestáveis, que tiveram como influência a instituição de caridade criada pelo grupo, que ajuda na recuperação de viciados, além de apoiar crianças abandonadas e veteranos de guerra. 
ELDER (Reflections Of A Floating World)
Essa banda americana de stoner metal conseguiu superar o ótimo resultado que obtiveram em 'Lore' (2015), chegando muito perto da perfeição nesse álbum duplo. O disco é paulada atrás de paulada, riff atrás de riff e solos animalescos que parecem brotar naturalmente de dentro da massa de overdrive que é o som do grupo. O riff magistral de "Sanctuary" já entrega o jogo.
FILTHY FRIENDS (Invitation)
Esse disco é o resultado de uma química improvável entre integrantes do R.E.M., King Crimson e Sleater-Kinney. Corin, Peter e seus comparsas conseguiram um álbum simplesmente perfeito, onde cada música parece ter sido milimetricamente trabalhada e cada segundo tem sua razão de ser! Também, com tanta gente tarimbada envolvida, não tinha como dar errado, não é mesmo?
FOO FIGHTERS (Concrete And Gold)
A banda de Dave Grohl retorna com um grande trabalho, que tem como característica principal, a coerência sonora. Com exceção de "The Sky is a Neighborhood" - que traz um belo coral no refrão - e da floydiana faixa-título, 'Concrete And Gold' pode ser definido como uma bela retrospectiva da carreira, em qual se destacam o rockão "La Dee Da" e a participação de Paul McCartney em "Sunday Rain". 
LIVING COLOUR (Shade)
A última vez que o Living Color lançou um álbum foi há oito anos. Mas valeu a pena esperar. 'Shade' traz um conjunto irretocável de canções e oferece a mesma mistura orgânica de blues, funk, hip-hop, hard-rock e metal, que marcou a banda no final dos anos oitenta e início dos anos noventa. Este é sem dúvidas o melhor trabalho do quarteto desde 'Stain' (1993) e traz canções poderosas como "Program" e "Who's That"
MASTODON (Cold Dark Place)
'Cold Dark Place' tem apenas 21 minutos e possui algumas sobras do ótimo 'Once More ‘Round The Sun' (2014), mas é inteiro-recompensador. Pode ser apenas um EP, mas assim como diversos outros EPs lançados este ano, mostra que a objetividade de um trabalho mais curto pode ser bem mais recompensadora do que a ambição de um álbum completo, mas não tão perfeitinho, como foi o caso de 'Emperor Of Sand', lançado no início deste ano. 
MELVINS (A Walk With Love & Death)
Esse é o vigésimo quinto disco de estúdio da banda, e assim como o título sugere, o álbum (duplo) segue dividido em duas partes. São 14 faixas catalogadas na parte chamada Love – trilha sonora para um filme que eles produziram - e outras 9 na parte Death. Descrito pelo baterista Dale Crover como uma viagem psicótica, o disco contém momentos soturnos, psicodélicos e toda autenticidade dos Melvins.
MOTHERSHIP (High Strangeness)
Esse trio texano lançou um dos melhores álbuns de stoner metal do ano. Você é fã de bandas como Wolfmother, Mastodon e Samsara Blues Band? Então tem que ouvir logo esse disco do Mothership, que traz riffs afiadíssimos, cozinha precisa e um vocal que se encaixa perfeitamente no som da banda. Destaque para a faixa-título e para a viajante "Ride The Sun".
NEIL YOUNG + PROMISSE OF THE REAL (The Visitor)
O veterano mais prolífico do rock volta a se aventurar com a maravilhosa Promise of the Real – banda dos filhos de Willie Nelson. Essa parceria já tinha rendido o maravilhoso 'The Monsanto Years' (2015). Comparado aos diversos trabalhos lançados pelo tiozão nesta década, esse é um dos álbuns mais diretos dele, onde você encontrará blues, folk, country e o rock típico do lendário Neil Young & Crazy Horse.
QUEENS OF THE STONE AGE (Villains)
A banda liderada por Josh Homme assustou os fãs roots ao lançar a dançante "The Way You Used To Do" como primeiro single do disco. Após um trabalho sério e apocalíptico (...Like Clockwork), eles decidiram requebrar as jaquetas em rockões dançantes. Aqui, o QOTSA não supera a maioria dos trabalhos apresentados na carreira, mas continua num patamar de respeito, flexibilizando seu som e não deixando de soar classuda em pleno século 21.
QUICKSAND (Interiors)
O primeiro álbum em 22 anos dessa seminal banda novaiorquina de pós-hardcore é uma união perfeita de beleza e brutalidade. Esse é apenas o terceiro disco de estúdio da carreira - muito por conta de um longo período de hiato - e mesmo com um catálogo limitadíssimo, a banda justifica a adoração com um trabalho irretocável e vitorioso por conseguir soar característico mesmo tanto tempo depois.

ROBERT PLANT (Carry Fire)
Nos últimos anos, Robert Plant vem se destacando por sua inquietação estilística, mas seu 11º álbum solo segue o mesmo tom do excelente 'Lullaby and The Ceaseless Roar' (2014). Apoiado mais uma vez pelos Sensational Space Shifters, Plant desencadeia com primor o seu rock/folk com drops de música oriental. Entre os destaques dessa joia que é 'Carry Fire', temos o blues pesado "Bluebirds Over the Mountain" de Ersel Hickey e a voz saudosa da lenda em "The May Queen". Discaço.
    

ROYAL BLOOD (How Did We Get So Dark?)
Esse duo britânico surgiu como um dos nomes mais interessantes do rock mundial nesta década. Após um ótimo disco de estreia e uma turnê que rendeu até aparição no palco principal do Rock in Rio em 2015, eles retornam com mais um conjunto de canções enérgicas e que seguem a mesma linha do trabalho anterior, como por exemplo, o rock garageiro "I Only Lie When I Love you".  
ROYAL THUNDER (Wick)
O Royal Thunder sempre teve um som intrigante. 'Crooked Doors', lançado em 2015, mostrava uma banda de rock psicodélico cheia de influências do grunge. Este terceiro álbum não é tão drasticamente diferente, já que muita coisa ainda bebe na fonte de grupos como Soundgarden - só que com menos riffs Sabbathicos. 'Wick' é o trabalho mais emotivo da banda, e por algum motivo, parece fazer mais sentido no fim das contas.
STONE SOUR (Hydrograd)
O sexto disco da "outra" banda de Corey Taylor (Sipknot) é um conjunto coeso de canções heavy metal, repletas de ótimos riffs metálicos e uma cozinha para ninguém botar defeito. O single "Fabuless" demonstra bem esse cardápio, com destaque para o vozeirão de Taylor, que alterna melodia e gutural na medida certa. Já o hard rock de cartilha segue bem representado em "Thank God It's Over".
WOLF ALICE (Visions Of A Life)
Uma das melhores revelações da Ilha da Rainha e que ainda tem muito a mostrar é o Wolf Alice. Nesse segundo trabalho, a banda de Ellie Rowssell volta a nos presentear com um repertório padrão para o rock alternativo. Aqui há o que de melhor existe no gênero, desde o garage rock ("Yuk Foo") até a melodia ruidosa ("Heavenward") e o pop redondo ("Beautifully Unconventional"). Experimente!
   



NACIONAL
 
BLIND HORSE (Patagonia)
O primeiro full-length deste quarteto carioca (que está na estrada desde 2014) é feito na medida para quem curte um stoner rock psicodélico com muitas viagens, solos de teclado, distorção sujona e cheia de overdrives retrôs e muitos interlúdios instrumentais. Ao todo, são seis faixas, com destaque para os quinze minutos da prog-metal "Patagonia", que dá nome ao disco.
BRATISLAVA (Fogo)
Uma das poucas - e boas - surpresas do último Lollapalooza Brasil, o Bratislava conseguiu reunir toda sua essência artística em 'Fogo'. Aqui tem muito rock torto, com viagens e inserções sonoras que fazem parte do roteiro da banda paulistana - isso tudo sem perder a riqueza melódica. Ouça a faixa "Sonhando" e comprove a beleza deste trabalho! O álbum ainda conta com a participação especial de Gustavo Bertoni da banda Scalene em "Enterro", que faz referência à tragédia de Mariana. 
CANÁBICOS (Intenso)
Um dos principais expoentes da cena rock de Minas Gerais foi até Goiânia e contou com a produção de Gustavo Vazquez (Black Drawing Chalks, Hellbenders) para produzir um dos discos mais legais de 2017. Para quem curte um hard rock padrão, com bons riffs e muita pressão, precisa ouvir 'Intenso', primeiro disco dos Canábicos. A banda gravou oito faixas e um clipe da ótima "Planeta Estranho". 
CAPITÃO NEMO (Bon Voyage)
Que disco fez esse quinteto de Piracicaba. Contando com um primoroso trabalho visual, o Capitão Nemo aposta em canções de rock / pop que visitam décadas passadas com ideias e mensagens que soam como reflexo de nossa realidade atual. Ouça "Quero Sim", com guitarras cheias de pinceladas à la Jimmy Page, e o conjunto de cordas de "Otário ou Visionário" para entender o que estamos falando.
CORONA KINGS (Death Rides A Crazy Horse)
Que pedrada meus amigos! Neste terceiro trabalho de estúdio, o grupo maringaense reuniu uma penca de notas pesadas e versões aceleradas. Escute o tiro sonoro, "With You", um dos melhores sons desse ano, e a raivosa "Profit Song" - ambas com menos de dois minutos de duração. E o que falar da deliciosa influência de QOTSA em "Rocket King"? Disco na medida para quem curte rock garageiro-stoner-esporrento de qualidade.   

EGO KILL TALENT (Ego Kill Talent)
Reunidos desde 2014, o Ego Kill Talent enfim lançou seu primeiro disco cheio. Esse supergrupo (com integrantes que já passaram por bandas como Sepultura, Reação em Cadeia, Diesel) traz um som orgânico, com rock pesadão, cheio de groove e influência do grunge e metal. O disco é de todo bom e tão coeso que é difícil destacar alguma faixa, mas não deixe de escutar "Heroes, Kings And Gods".
FAR FROM ALASKA (Unlikely)
Poucas bandas de rock no nosso atual cenário possuem a mesma vibe descolada e incrivelmente espontânea como o Far From Alaska. Nesse segundo disco, o grupo contou com a produção de Sylvia Massy (System Of A Down, Red Hot Chili Peppers) e acertou na em cheio no alvo. Há todas as referências possíveis no trabalho, mas tudo é untado por uma rara sagacidade. Há blues, jazz, metal, baião (?) e o rock segue soando fresco na mão do quinteto. "Flamingo", "Pig" e "Pizza" são as preferidas da casa.
GROSS (Chumbo & Pluma)
O genial Marcelo Gross resolveu dividir seus dois lados em um disco duplo, que assim como o título sugere, traz o rock selvagem de guitarras stoneianas ("Reconstruindo a Cidade") e a psicodelia viajante ("Morangos & Maçãs"), com muitos violões e vocais esparsos. Há várias joias no trabalho, como "Purpurina", "Muita Atenção" e "Quando Ninguém Se Importa". 
MACACO BONG (Deixa Quieto)
Uma das principais características do Macaco Bong é a busca incessante por desafios. Dessa vez, eles decidiram homenagear o principal disco dos anos noventa ('Nevermind'), em versões curiosas, cheias de sacadas interessantes e uma arte de capa sensacional. Para quem esperava uma verdadeira releitura instrumental, acabou se deparando com uma genial desconstrução do maior clássico do Nirvana. 
MAD MONKEES (Mad Monkees)
Produzido por ninguém menos que Carlos Eduardo Miranda, o disco dessa banda cearense é perfeito para quem busca rock crú e pesadão. A faixa de abertura "Bombman" já decifra o que será encontrado no álbum: canções robustas, riffs ganchudos e vocais que remetem os melhores tempos de Lemmy (Motörhead). Não dê bobeira e cole logo seu ouvido em pancadas como "Scream" e "I Cannot Feel" (que conta com o vocal de Emmily Barreto do Far From Alaska).  
MIÊTA (Dive)
O disco de estreia dessa banda mineira merece todo o destaque possível. Flertando com shoegaze e o pop psicodélico, o grupo faz um som interessantíssimo, com guitarras viajantes, ruidosas e vocais incrivelmente bem encaixados na proposta. Músicas como "Ages" e "Am I Back" remetem a Sonic Youth e Dinossaur Jr, com guitarras space rock e vocais cheios de overdubs.
NÃO ALIMENTE OS ANIMAIS (Não Alimente os Animais)
Eis uma cartilha fidedigna ao rock anos setenta. Qualquer desavisado poderá jurar que este trabalho foi concebido há uns 40 anos atrás. O álbum reserva ainda uma das capas mais legais dos últimos tempos, que traz os integrantes da banda com máscaras de animais aguardando um banquete. Ouça a hendrixiniana "It's Gonna Be This Way (On My Mind)" ou "Have No Feelings Inside" para iniciar esse culto ao saudosismo.
PROJECT 46 (Tr3s)
Após figurar em festivais conceituados como o Monsters Of Rock e o Rock in Rio, a expectativa para este novo disco do Project 46 era enorme. A banda decidiu seguir seu instinto e trouxe mais uma série de pancadas na orelha, com muito metalcore, groove e letras que abordam questões sociais e problemas crônicos da vida. O disco também é marcado por inclusões de vocais rap e pela estreia do baixista Baffo Neto e do baterista Betto Cardoso. Pedrada!
RALO (Hell is Real)
O segundo disco desse trio paulistano é uma obra impecável, baseada no metal, post-rock, mas que remete muito o lado mais pesado do grunge (principalmente Melvins), além de contar com belos interlúdios instrumentais e soluções melódicas interessantíssimas. A banda passeia por um verdadeiro caos sonoro, como pode ser conferido em "Volta", que está disponível em todas as plataformas. 
SCALENE (Magnetite)
'Magnetite' está distante das melodias acessíveis e refrões cativantes, mas já é cantado em todos os cantos do país pela crescente e fiel legião de seguidores da banda. Além da incontestável competência musical do grupo brasiliense, o que chama atenção neste novo trabalho é a influência nas novas tendências da música brasileira. Canções como "Ponta do Anzol", "Extremos Pueris" e "Cartão Postal" revelam essa nova faceta do Scalene.
SEPULTURA (Machine Messiah)
O Sepultura é uma das maiores bandas da história. A faixa título, que abre o disco, é uma constatação cristalina de que eles mesmo assim, não são reféns do passado. 'Machine Messiah' é uma das maiores evoluções do grupo desde 'Against' – o primeiro trabalho pós-separação. E sempre é bom lembrar que Derrick Green está completando 20 anos de uma banda que nunca parou e que demonstra ainda ter qualidade de sobra para continuar escrevendo novos capítulos de uma história consagrada. 
SOUND BULLET (Terreno)
Produzido por Patrick Laplan (Los Hermanos, Rodox), este disco da banda carioca é irretocável, com canções que perpassam entre o rock alternativo e o indie. "Amanheci" reflete bem a sonoridade de 'Terreno', com guitarras pesadas e refrão forte. O álbum possui vários momentos de sonoridade cativante, com arranjos limpos e inclusões de elementos fundamentais para dar liga - ataque de metais e percussão, como pode ser ouvido na excelente "Em um mundo de Milhões de Buscas".
STEREOPHANT (Mar de Espelhos)
Coisa linda esse disco do Stereophant. Para conceber seu novo rebento, o grupo carioca decidiu seguir um conceito e contou a história de um homem que decide se refugiar no mar. Na fábula, há emolduramentos perfeitos de rock ("Fora de Rota"), melancolia ("Homem Morto") e poesia bem resolvida ("Essa Música é a Cura"). Produzido por Felipe Rodarte, 'Mar de Espelhos' é um conjunto de composições lapidadas e que pincelam divinamente a arte independente. 
THE GRINGOS (The Animal Kingdom)
O nome da banda é o resultado da união entre quatro nativos norte-americanos e um brasileiro de Itajubá (MG). Desde 2014 na estrada, os Gringos lançam seu disco estreia recheado de rock anos 60/70, blues e muita psicodelia. 'The Animal Kingdom' é uma bela pedida para quem curte gente como ZZ Top e The Doors ("Screaming Out"). Um fato interessante é o vocal de João Castilhos, que em vários momentos lembra Corey Taylor (Stone Sour/Slipknot) - ouça "Fight or Flight" e comprove.
WATER RATS (Year 3000)
Distorções, riffs acelerados e o flerte com o stoner rock fazem parte da proposta deste quarteto curitibano. O lançamento de 'Year 3000', segundo álbum completo da banda, é uma evolução para quem já vinha acompanhando os caras. Além da maturidade sonora, o grupo arrebenta com ótimas canções, como é o caso de "Animal" e "Rolling Stoners". Detalhe que não poderia passar batido: a capa do disco é sensacional!

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