Videoclipe do single “Não Há Mais Nada” d’O Espelho do Zé, mostra nova fase da banda

Foto: Lucas Santos

Formada na capital paulista em 2014 pelos músicos Mariana Cintra (Voz), Gabo Peret (Guitarra), Gabi Schubsky (Baixo) e André Guaxupé (Bateria), a banda O Espelho do Zé transita entre o rock, o pop e a música brasileira, sem medo de experimentar, misturar, inventar e reinventar. A mistura aparece no single “Não Há Mais Nada”, lançado em videoclipe, com direção de Lucas Santos. 

“A canção aborda a solidão que não necessariamente está relacionada com o ‘estar sozinho’ literal, mas na companhia de pessoas que não se compreendem de maneira mais profunda. Quando conseguimos enxergar que, muitas vezes, estamos a sós com nossa consciência e visão de mundo”. A faixa tem uma pegada psicodélica, com arranjo que remete a década de 70, mas com intenção e timbragem modernas, conta Guaxupé. O conceito norteia os novos passos que a banda pretende dar nos trabalhos que estão por vir.

“Escolhemos para fazer a masterização da faixa, o guitarrista Martín Fúria, da banda de thrash metal Destruction, que tem justamente essa influência mais Rock’n Roll que a música pedia”, revela o baterista.


Com influências diversas, que vão de Novos Baianos a Frank Zappa, O Espelho do Zé diz estar passando por uma repaginação desde o álbum homônimo de estreia lançado em 2018.

O single “Não Há Mais Nada”, produzido por Alexandre Fabbri e gravado no Estúdio Bateras Beat, fará parte de um EP de 5 faixas previsto ainda para este ano.

Ouça “Não Há Mais Nada” no seu tocador favorito:
https://linktr.ee/oespelhodoze


Ricardo Cachorrão

Ricardo “Cachorrão” é o velho chato gente boa que não pede licença pra gostar de música. Viciado em rock and roll, formou opinião longe de rádio, longe de MTV e perto demais de pilhas de discos e revistas. Tem alergia a banda cover, respeito profundo por discos obscuros do Frank Zappa e ainda sai sorrindo de um show do Iron Maiden — mas é no calor, no barulho e no caos dos buracos punk da periferia que se sente vivo de verdade. Já escreveu para Rock Brigade, Kiss FM, Portal Rock Press e a Revista Eletrônica do Conservatório Souza Lima. Está no Rock On Board desde o começo — e não pretende sair tão cedo.

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