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Rock in Rio: Nickelback cumpre papel em show feito para seus fãs

Nickelback retornou ao Rock in Rio após seis anos [Foto: Adriana Vieira]
Por  Marcelo Alves 

No início do século XXI, o Nickelback foi escolhido por uma eleição feita por uma publicação uma das piores bandas do mundo na década anterior. A fama de “pior banda do mundo” pegou, mas seus fãs - e provavelmente nem a banda - ligaram para isso. Tanto que a banda canadense liderada pelo vocalista Chad Kroeger continuou lançando discos e, com eles alguns sucessos.

É um fato que as músicas radiofônicas com letras e melodias de fácil assimilação fazem o crítico torcer o nariz. Mas também virou uma espécie de clichê dizer que o Nickelback é ruim ou odiar a banda. Porém, os canadense dialogam com toda uma geração que cresceu ouvindo canções como “Someday” e “How You Remind Me”, o grande hit do grupo.

Foi para estes que o Nickelback cantou no palco mundo em sua segunda apresentação no Rock in Rio. "Estamos muito felizes de estar aqui. Tem algum fã do Nickelback na casa?", perguntou Chad antes de ouvir a resposta positiva de muita gente na Cidade do Rock.

Com um set list de 14 canções, boa parte delas sucessos como “Photograph”, “Savin’ me” e “Far Away”, o Nickelback cumpriu seu papel de fazer um aquecimento para as duas principais atrações da noite: Muse e Imagine Dragons. Houve até espaço para um cover de “Sad But True”, do Metallica, que soou um pouco estranha dentro do set programado pela banda e passou batida pelos seus fãs, que queriam mesmo era ouvir músicas como “Rockstar” e “Hero”.

Chad distribuiu simpatia e fez uma promessa: "Adoramos vir ao Brasil e ano que vem faremos de tudo para voltar", disse o vocalista, que na despedida disse amar demais o Rio. O show do Nickelback, portanto, foi para convertidos. Não mudou a opinião de quem não é fã da banda e continuou tocando os corações de quem a ama. E o Nickelback parece conviver bem com isso.

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