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Rock in Rio 2017: Nile Rodgers e Chic embalam público num dos melhores shows do festival

Nile Rodgers dedicou show à Lady Gaga (Foto: Adriana Vieira)
Por Bruno Eduardo

É um privilégio para qualquer amante da boa música ter a oportunidade de presenciar ao vivo um dos maiores arquitetos musicais da história. O curioso - e igualmente fantástico - é que muitos ali, à frente do Palco Sunset, sequer eram nascidos quando Nile Rodgers e o baixista Bernard Edwards formaram o Chic em 1977 e embalaram as pistas do mundo inteiro com hinos do quilate de "Le Freak", "I Want Your Love" e "Good Times". E muita gente ali também não sabia que Rodgers foi alicerce para grandes nomes da história, como por exemplo, a parceria com David Bowie em "Let’s Dance" ou o vasto catálogo de artistas produzidos por ele em décadas, em qual estão inclusos Madonna, The B-52s, INXS, Mick Jagger, Duran Duran e Joss Stone. 

Antes de embalar o público num dos melhores números que o Rock in Rio recebeu nas últimas edições, Nile Rodgers tratou de dedicar o show desta noite à amiga Lady Gaga, que cancelou sua participação no festival por problemas de saúde. Em seguida, o baile começou. Acompanhando Rodgers, o Chic, botou todo mundo para dançar ao som de "Everybody Dance", seguida por "Dance, Dance, Dance" e "I Want Your Love". Mesmo que o guitarrista levasse o posto principal do palco, a apresentação foi embalada pelas cantoras Kimberly Davies e Folami e pelo ótimo baixista, Jerry Barnes. Outras trilhas sonoras que aumentaram a temperatura e elevaram ainda mais o clima de discoteca foram "Upside Down", de Diana Ross, e "We Are Family" com inserção precisa de "Like a Virgin", sucesso de Madonna, produzida por Rodgers.

O guitarrista também fez questão de lembrar o período difícil que passou: "Há seis anos meus médicos me disseram que eu tinha câncer muito agressivo. Eu me sinto o homem mais sortudo do mundo por estar aqui no Rock in Rio com a minha banda, e curado do câncer". Outro fato que vale destacar é que tudo foi executado na força de um time musical de colocar respeito. Com adição de dois tecladistas, metais, vozes maravilhosas, a guitarra de Rodgers só abrilhantava o conjunto. O ponto baixo foi o volume do som, que estava bem aquém do merecido.

Evidenciando a importância atemporal, o grupo trouxe para o palco "Get lucky", gravada pelo Daft Punk em parceria com o guitarrista em 2013, e emendou em seguida com outra parceria gravada 30 anos antes ("Let's Dance", de David Bowie). Já "Le freak" transformou o palco num verdadeiro baile, com muitos convidados (incluindo artistas) dançando ao som de "Good Times" - um dos maiores sucessos das pistas de todos os tempos. Showzaço.

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4 comentários:

  1. Ele deveria ter sido escalado no palco principal.

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    1. Sim, verdade. Mas foi bom assim mesmo. Acho que o Sunset traz uma maior proximidade com o público e acabou funcionando.

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  2. Duas correções:
    1) Ralph Rolle é o baterista. O baixista é o Jerry Barnes.

    2) Os convidados subiram no palco para dançar somente Good Times.

    Showzaço!!! Foi a espera de uma vida inteira!!! Valeu muito a pena estar lá!!!

    Abraço!!!

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    1. Olá Fernando. Obrigado pela leitura e participação. Devidamente corrigido.

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